quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Exposição Fritz Art

Recebido por email:

27 Novembro das 15.00h - 00.00h

Castelo de Asgard
Rua Tomé de Barros Queirós, nº 29b, 2710-624 Sintra


Exposição de figuras moldadas, pedras decorativas e desenhos por Fritz Artz com a ilustração sonora de Dj Akila Sekhet e Dj Manon.
Workshop de Teatro Dionisiaco gratuito por André Consciência.
Oferta de uma seiva mística por visitante.
Entrada gratuita.



Mais info aqui

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lock the Target Fest III

Lock the Target Fest III
Maus Hábitos, Porto

Sexta 25 de Novembro
The Eternal Afflict
Star Industry
The Eternal Fall


Sábado 26 de Novembro
Bak XIII
Project Rotten
X-Divide
Aktiv[E|H]ate


Mais info: www.myspace.com/lockthetar​get

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Robot Dealer + Erro!
Sexta 18 de Novembro, Bartô, Chapitô, Lisboa


EVENTOS

Metropolis Free Night
Sexta 18 de Novembro, Metropolis, Lisboa




Tributo a Siouxsie and the Banshees
Sexta 18 de Novembro, Club Noir, Lisboa




The Final Hour
Sábado 19 de Novembro, Metropolis, Lisboa




Lógicanalógica
Sábado 19 de Novembro, Mercado Negro, Aveiro


Vinyl Audio Narcotics
Sábado 19 de Novembro, Club Noir, Lisboa




Flashback
Sábado 19 de Novembro, Pitch, Porto

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Concerto dos Robot Dealer e Erro! no Chapitô, Lisboa

Recebido por mail, 




"No próximo dia 18 de Novembro, a Zona Franca do Bartô recebe um concerto duplo, com a actuação dos Robot Dealer e de erro!

Sobre os Robot Dealer. a-trompa.net diz…"É rock? É! É Pop? É! É Electro? É muito! [...] As letras são sombrias, a voz carregada, mas a música, essa, de tez electrónica, convida fortemente ao movimento cadenciado dos corpos. Um EP feito de um cavernoso e grotesco disco. Abra-se a pista na cave escura!" - review do EP "Cave-Disco"

O erro! começa por volta de 2000/2001 enquanto projecto a solo de João Palma que no final dos anos 80, início dos 90 tocou guitarra e baixo em várias bandas (Ocaso Épico, Zao Ten, Profilaxia, Feijão Freud).
Os erro! apresentam-se agora no formato do clássico trio de rock, rude e cru, aliado a alguma sofisticação e apostando nas variações de intensidade como suporte das histórias do quotidiano que merecem ser contadas, em português. Editaram o seu primeiro trabalho - "Isto é o quê, mãe?" - em 2006 pela Cobra Discos. Em 2011 gravam um novo disco, "três", e a banda participa em concurso, sendo uma das 6 bandas seleccionadas para ir tocar ao palco JN de Paredes de Coura.


A Zona Franca é um projecto que se instalou no Bartô, cujo princípio é dinamizar espaços de encontro, onde as artes convivam com as noites, sem temer a manhã. As propostas vão da rubrica fado é bondage aos sons africanos e (in)continentes ao domingo, passando pelas tertuliantes conversas bravias, até aos sábados onde se giródisco e não se toca o mesmo.http://zonafrancazonalibertada.wordpress.com/about/


A Zona Franca situa-se no espaço do Chapitô, Costa do Castelo, nº 1, Lisboa.

As actuações terão início a partir das 22h.
O preço da entrada são 3 Euros."

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Mão Morta
Segunda 31 de Outubro, Teatro Sá de Miranda, Viana do Castelo
Sexta 4 de Novembro, Centro Cultural, Ílhavo


EVENTOS

Phantasticus - Festival Internacional de Artes e Cinema
29 a 31 de Outubro, Cine Incrível, Almada




Halloween
Segunda 31 de Outubro, Transmission, Lisboa


Halloween
Segunda 31 de Outubro, Metropolis, Lisboa


Halloween
Segunda 31 de Outubro, Club Noir, Lisboa




Zombie Walk
Segunda 31 de Outubro, Lisboa




The Darkest Side of Mr. Sue
Sexta 4 de Novembro, Club Noir, Lisboa




Back to the 80's
Sábado 5 de Novembro, Metropolis, Lisboa




Underground Party 80 vs 90
Sábado 5 de Novembro, Club Noir, Lisboa

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Die Weisse Rose / Death in June, Casa de Lafões, 15 de Outubro de 2011


Passado que estava todo o secretismo que rodeou o evento e já a saber para onde me dirigir pus as botas a caminho da, muito, muito quente, Casa de Lafões. Fui recebido pela organização que distribuia o bilhete personalizado bem como um muito simpático single oferta a quem o havia reservado.
Depois de dar uma volta ao espaço e enquanto esperava canções de rosas brancas num lugar simpático, soou ao piano os acordes de “Nausea” e “Peacefull Snow”, recebidas com alguns aplausos do, ainda, pouco atento público. Sem entender se era uma espécie de “soundcheck” ao piano ou uma chamada de atenção aos presentes, certo é que o som do piano, embora bem tocado, era mau de mais. Talvez tenha sido essa causa para não mais ter sido ouvido essa noite.


Pouco tempo depois Thomas, Nicole e Max entram em palco para aquecer o já quente ambiente e dar um definitivo inicio aquela que, para a maior parte dos presentes, deveria ser uma noite única.
Desconhecidos para mim até terem sido anunciados como a primeira parte deste concerto, têm uma sonoridade e inspiração marcadamente militarista que se torna imediatamente óbvia no modo como se apresentam e na utilização de três timbalões em palco, que foram os instrumentos maioritariamente usados. No entanto, se por estas razões a sua aproximação ao palco poderia sugerir uma primeira parte algo monótona, facto é que não o foi e que esteve claramente longe de tal.
A sucessão de músicas incluiu elementos exteriores, quer de sons pré-gravados quer de outros instrumentos, que embora não sendo uma novidade neste género musical, ajudaram a criar e enriquecer o ambiente fazendo com que este concerto, apesar das pequenas e na sua maior parte imperceptiveis descoordenações entre os membros, apenas pecasse pelo tempo reduzido de duração.





Algum tempo depois e ainda com as rosas brancas na mente, Douglas P. entra em palco. Apresentou-se camuflado com a já conhecida mascara, mas o calor da noite não perdoou e duas musicas depois retirou-a, e é de “cara despida” que reinicia um passeio à guitarra pelos numerosos trabalhos editados. 



Pessoalmente destaco “All Pigs Must Die”, “Death of a Man”, “But, What Happens When the Symbols Shatter?” e “Symbols of The Sun” dum concerto que a espaços, se foi mantendo num ritmo, a meu ver, demasiado regular. Algumas musicas do último álbum ficaram a perder com a substituição de instrumento, a “Peacefull Snow” por ex., que considero uma música com o seu tempo próprio, soou a despachar e outras, como a “Ku Ku Ku” não tiveram direito à letra completa, como podem ver no video. Mas, ainda assim, valeu cada minuto, mesmo estes em que Douglas P. não me pareceu no seu melhor.
Este leve sentimento a desconsolo teve, provavelmente, culpa na elevada expectativa pessoal, na elevada temperatura da sala e no som da mesma, por isto, entendo este concerto apenas como bom e bastante aquém do excelente.


As fotos e os vídeos são da minha autoria e da Isabel.

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Mão Morta
Sábado 29 de Outubro, Casa das Artes, Famalicão
Segunda 31 de Outubro, Teatro Sá de Miranda, Viana do Castelo


EVENTOS

The Final Hour
Sexta 28 de Outubro, Metropolis, Lisboa


Phantasticus - Festival Internacional de Artes e Cinema
29 a 31 de Outubro, Cine Incrível, Almada




Halloween
Segunda 31 de Outubro, Transmission, Lisboa


Halloween
Segunda 31 de Outubro, Metropolis, Lisboa


Halloween
Segunda 31 de Outubro, Club Noir, Lisboa




Zombie Walk
Segunda 31 de Outubro, Lisboa

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Mão Morta
Quinta 20 de Outubro, Teatro das Figuras, Faro
Sexta 21 de Outubro, Centro de Artes e Espectáculos, Portalegre


EVENTOS

Metropolis Free Party
Sexta 21 de Outubro, Metropolis, Lisboa




Festival Sintra Misty
Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra
Misty Sessions: Patti Smith, Dream Of Life
Sexta 21 de Outubro


Noite Alternativa
Sexta 21 de Outubro, Club Noir, Lisboa




Alternative Night
Sexta 21 de Outubro, Alburrica Bar, Barreiro

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Within Temptation
Terça 11 de Outubro, Coliseu, Porto
Quarta 12 de Outubro, Coliseu, Lisboa


The Mission
Sexta 14 de Outubro, Hard Club, Porto
Sábado 15 de Outubro, TMN ao Vivo, Lisboa


Mão Morta
Sábado 15 de Outubro, Cine Teatro Avenida, Castelo Branco


EVENTOS

Human Abyss
Quarta 12 de Outubro, Control, Barreiro




The Mission after party (Synergy)
Sexta 14 de Outubro, Mercado Ferreira Borges, Porto




Festival Sintra Misty
Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra
Stuart Staples
Quinta 13 de Outubro
Misty Sessions: Grant Gee, Joy Division
Sexta 14 de Outubro


Haxan
Sexta 14 de Outubro, Club Noir, Lisboa



Multidão Memória (poesia de André Consciência)
Sábado 15 de Outubro, Castelo de Asgard, Lisboa




Death In June after party
Sábado 15 de Outubro, Club Noir, Lisboa

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Mão Morta
Quinta 6 de Outubro, Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra

Within Temptation
Terça 11 de Outubro, Coliseu, Porto
Quarta 12 de Outubro, Coliseu, Lisboa


EVENTOS

Synth.Etics
Terça 4 de Outubro, Metropolis, Lisboa




Indie Pendente
Sexta 7 Outubro, Metropolis, Lisbo

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Mão Morta
Sábado 1 de Outubro, Sala TMN ao Vivo, Lisboa

Peter Murphy
Sábado 1 de Outubro, Hard Club, Porto
Domingo 2 de Outubro, Coliseu, Lisboa


EVENTOS

Synergy Nights
Sábado 1 de Outubro, Club Noir, Lisboa




Back to the 80's
Sábado 1 de Outubro, Metropolis, Lisboa




Synth.Etics
Terça 4 de Outubro, Metropolis, Lisboa

"A Catedral de Inconstância", de Emanuel R. Marques



“A Catedral de Inconstância”, de Emanuel R. Marques, engloba um conjunto de poesias que reflectem observações, comparações, contradições e questões existenciais que pairavam o universo interior do autor durante o ano de 2002. A banalidade do dia-a-dia como algo de entediante e simultaneamente divino. O tempo que não pára de correr vertiginosamente e se arrasta também numa lenta procissão de vazio.


Disponível para download gratuito AQUI (Neolivros.com)

Multidão Memória (poesia de André Consciência)

Sábado, 15 de Outubro de 2011 - 21:00h

Poesia de André Consciência interpretada pelo autor, acompanhada pelas atmosferas sonoras de Alma Púrpura e a dança interpretativa de Soraya Moon. O acto será agraciado por uma exposição de algumas das gravuras de Borus Aura e contemplará o peso espectral da memória tanto como a cegueira da conduta.




"A jaula perto da fonte, na praça,


Alberga três gémeos cegos. Ao lado,


Um teatro de marionetas, desempenha


Uma peça sem sentido."



Valor da inscrição: 5,00€
Local: Sintra - Rua Tomé de Barros Queirós, nº 29b - Sintra
Inscrições no local, através do telefone 219 234 257 ou por e-mail:
castelodeasgard@gmail.com
abismohumano@gmail.com

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Agenda [actualizado]

EVENTOS

Noite Alternativa
Sexta 16 de Setembro, Club Noir, Lisboa




Graveyard Sessions
Sábado 17 de Setembro, Caixa Económica Operária, Lisboa




Indiegital
Sábado 17 de Setembro, Pitch, Porto




TechNoir
Sábado 17 de Setembro, Club Noir, Lisboa

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Agenda [actualizado]

EVENTOS

Tributo a Peter Murphy e Bauhaus
Sexta 9 de Setembro, Club Noir, Lisboa


Synth.Etics
Sábado 10 de Setembro, Metropolis, Lisboa




Blitz Club
Sábado 10 de Setembro, Club Noir, Lisboa




MOTELx
7 a 11 de Setembro, São Jorge, Lisboa

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Agenda [actualizado]

EVENTOS

Indie Pendente
Sexta 2 de Setembro, Metropolis, Lisboa




Put On Your Red Shoes
Sexta 2 de Setembro, Contagiarte, Porto


The Kat's Choice
Sexta 2 de Setembro, Club Noir, Lisboa




Back to the 80's
Sábado 3 de Setembro, Metropolis, Lisboa




Underground Party 80 vs 90
Sábado 3 de Setembro, Club Noir, Lisboa




MOTELx
7 a 11 de Setembro, São Jorge, Lisboa


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Crónica dum fim-de-semana Entremuralhas - 31 de Julho de 2011


À medida que o festival se aproximava do fim, os dias começaram cada vez mais tarde, havia porém uma missão a cumprir antes da ultima subida ao castelo: reencontrar a esplanada junto ao lis onde no ano passado bebi um copo simpático ao som dos Joy Division. Após algumas voltas e um merecido café duplo, lá encontramos o ex-libris rock, à beira lis cujas mesas ostentavam capas de álbuns como "Rocket to Russia" dos Ramones, ou "White Light/White Heat" dos Velvet Underground. A banda sonora este ano não esteve tão bem e foi ao som de Doors que pedi: "Olá, boa tarde, uma imperial se faz favor."
Repostos os líquidos e atenuado o cansaço que se foi acumulando nestes dias, enceto o caminho de regresso ao castelo e a um alinhamento que deixava a sensação de preparar o publico para um encerramento explosivo. O dia começou nos Passos Novos com a apresentação do Vol.II da BD"As Incriveis Aventuras de Dog Mendonça e Pizza Boy" por um desajeitado mas bastante simpático Filipe Melo. 
Posto isto era tempo de ver "William S. Burroughs: A Man Within", documentário sobre a vida de William S. Burroughs, através de imagens raras na sua maioria de produção amadora que Yoni Leyser foi colectando. Do filme fica, mais uma versão da sua vida, vivida fora dos cânones ditos normais e a impressão desconfortável da utilização da imagem do Sr. como meio de promoção: a certa altura fica-se com a ideia que bandas que queriam ser bandas deviam ser vistas com ele. Estranhos os caminhos da fama, menos estranhas seriam no entanto, as palavras ditas após o filme pelo realizador, que após os agradecimentos e a referência à edição portuguesa do DVD pela Fade In, bastante simpático e comunicativo o apresentou de uma forma muito geral e sem grandes pormenores. Aproveito este ponto para reflectir um pouco sobre as conferências, embora mais interessantes que o ano passado, poderiam ainda assim ter ganho mais não fosse o receio, pelo menos aparente, dos oradores em versar sobre os aspectos mais técnicos do trabalho que apresentam e não esperarem pelas perguntas mais técnicas como foi o caso de Yoni Leyser.

Narsilion, Igreja de Nossa Sra. Da Pena

Terminada que estava a conferência, mais uma vez o destino era A Igreja da Nossa Sra. Da Pena, cheguei já com o espaço lotado de publico para ver e ouvir os catalães Narsilion. 
De sonoridades neoclássicas e inspiração medieval, Lady Nott e Sathorys Elenorth recriaram sonoramente um ambiente de leveza e levaram a assistência numa viagem por territórios luminosos em rituais pagãos. Canções como "En La Memoria del Vent" e "The Voice of Sin" destacaram-se das demais. De referir também, a presença de dois membros que haviam estado em palco no primeiro dia com os Sol Invictus e Cecília Bjargo que haveria de reaparecer no concerto dos Arcana, esta promiscuidade cooperante que seria mais tarde revista aquando do concerto dos suecos, também se revela interessante e neste caso trouxe mais poder à actuação destes espanhóis.   

   


Trobar de Morte, Palco Alma

Se os Narsilion nos deixaram num qualquer lugar luminoso, cabia aos Trobar de Morte, recomeçar o caminho de regresso às trevas e assim, morosamente como a luz do dia que entretanto desaparecia, revisitaram os trabalhos editados escolhendo um alinhamento em que "Los Duendes del Reloj" e "Aqualuna" se destacaram tanto pela melodia em si como pela bela voz de Lady Morte. Musicalmente fortes e com uma presença interessante em palco aqueceram e bem o publico.



Arcana, Palco Alma

Foi com agrado que vi subir Peter Bjargo ao palco, os Arcana são talvez a primeira ou uma das primeiras bandas neoclássicas que aprendi a gostar, a voz grave e ponderada do vocalista e a forte e educada voz de Ann-Mary abriram as portas da alma às trevas com "The Chant of the Awakening" para que ao longo do alinhamento fossemos encantados pelas melodias e voz de sereia. Acompanhados em palco pelos membros dos Narsilion e com a simpática Cecília Bjargo como segunda voz, desfilaram o frio sueco em melodias negras tão negras que se deveriam ouvir de olhos fechados, não fosse o caso de estarmos a presenciar um concerto único, estreia em terras lusas.
Do alinhamento os meus ouvidos agradecem profundamente "Like Statues in the Garden of Dreaming". Destaco também a inclusão de duas musicas do projecto a solo de Peter Bjargo.



Diary of Dreams, Palco Corpo

De alma saciada e com o negrume a pairar, no peito já se sentia um aperto, símbolo de um qualquer sentimento de antecipação de fim e que fim nos estava reservado.
Apesar de esta ser a quarta actuação da banda em Portugal, era para mim uma estreia e uma estreia que ansiava.
A voz particular de Adrian Hates na musica dos Diary of Dreams é, não é novidade para ninguém, ideal ao vivo, de timbre peculiar a fazer lembrar de quando em vez a de Eldricht e aliada ao forte componente de baixo e às guitarras a arranhar tornou este concerto na melhor despedida possível do festival. 
No meio do Setlist não faltaram "Wedding", "King of Nowhere", "She and Her Darkness", e um "Traumtanzer" em encore a acompanhar já a descida do castelo, fez com que, no peito, se formasse um buraquinho que se irá alimentar durante um ano de todas as expectativas em relação ao próximo festival.