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quinta-feira, 7 de março de 2019

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Bal Onirique
Segunda 4 de Março, Heaven's, Porto



Eyes Wide Shut: Especial Carnaval
Segunda 4 de Março, Club Noir, Lisboa



Metropolis Masquerade Ball
Segunda 4 de Março, Metropolis, Lisboa



Back to the 80s
Sexta 9 de Março, Metropolis, Lisboa



Alternative and 80s Party
Sexta 9 de Março, Club Noir, Lisboa




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Agenda [actualizado]

EVENTOS

Metropolis Party
Sexta 1 de Março, Metropolis, Lisboa
 

Noites Indie: Masquerade Rock Ball
Sábado 2 de Março, Metropolis, Lisboa



Bal Onirique
Segunda 4 de Março, Heaven's, Porto



Eyes Wide Shut: Especial Carnaval
Segunda 4 de Março, Club Noir, Lisboa



Metropolis Masquerade Ball
Segunda 4 de Março, Metropolis, Lisboa



quinta-feira, 29 de março de 2018

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Fields of The Nephilim + Bal Onirique
Sábado 31 de Março, Hard Club, Porto



EVENTOS

Metropolis Free Party
Quinta 29 de Março, Metropolis, Lisboa



Electric Dreams
Quinta 29 de Março, Club Noir, Lisboa



Vanguarda Alternative 70s 80s 90s 00s
Sábado 31 de Março, Metropolis, Lisboa



Especial Vozes Femininas
Sábado 31 de Março, Club Noir, Lisboa



Fields of The Nephilim after party
Sábado 31 de Março, Heaven's, Porto




quinta-feira, 20 de junho de 2013

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Bal Onirique
Sábado 22 de Junho, Club Noir, Lisboa



EVENTOS

Noite Vanguarda
Sexta 21 de Junho, Metropolis, Lisboa




sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Graveyard Sessions nº. 35 - Back From the Dead @ Santiago Alquimista


Passou um ano desde que os deathrockers e góticos de Lisboa dançaram pela última vez por entre as campas. Há que reconhece-lo, durante dois anos de existência o colectivo Graveyard Sessions criou uma reputação enorme entre a comunidade fazendo o que mais ninguém aparentemente consegue, reunir mais de cem góticos no mesmo local durante mais de quatro horas ;).
O colectivo pedia góticos e estes apareceram no Santiago Alquimista em numero suficiente para escurecerem ainda mais uma festa que se pretendia grande, de arromba, afinal é o regresso da melhor festa do género que tenho o prazer de conhecer em Lisboa, nos últimos anos.

Existirão sempre opiniões díspares, de facto parece-me mais ou menos consensual que o fim terá sido um pouco abrupto, que os locais de fumo eram insuficientes e mal localizados (facto que fez com que se acabasse por fumar onde não se devia), mas a grande maioria estava ali pela festa e ainda mais, pelo apoio ao colectivo e pela celebração do regresso.

Fazia parte do “menu” uma exposição colectiva de 3 artistas, dois concertos e a leitura de algum trabalho do José Luís Peixoto pelo próprio, restando por isso pouco tempo para os djs que, sendo cinco, mal tiveram tempo para aquecer, mas fez-se o possível: havia a necessidade de juntar esta gente outra vez num só lugar, e assim foi.

Tendo visitado os links fornecidos na divulgação, havia, não só da minha parte mas também de quem me acompanhava, alguma curiosidade em relação às pinturas da (simplesmente) Cláudia, mas, sendo o mote da exposição uma festa underground e o local escolhido um amplo hall de entrada, os artistas foram tímidos e na montagem colocaram os trabalhos demasiado arrumadinhos a um canto, de tal modo que só à saída dei por eles, no momento em que as fotografias e os desenhos estavam a ser retirados. Na minha opinião, que vale o que vale, esta mostra de arte pedia mais presença, ou mais atitude que extravasasse para além do canto protector onde os três artistas se isolaram.

De volta à festa, porque a noite foi para isso mesmo, os concertos começaram com uns Archetypo 120, formados em Guimarães em 2004 por dois membros dos extintos Restos Mortais de Isabel. Apresentaram-se com menos um membro mas muito bem dispostos, contornando sempre com bom humor as peripécias de ter menos uma pessoa em palco. Durante cerca de uma hora soaram no S.A. músicas de Obsession (álbum gravado em 2007) entre elas Angels Fall e Deception, tiveram tempo ainda para uma homenagem sentida por todos a António Sérgio com uma cover da Say It Again dos Danse Society e para uma “música de Jó”, nada mais que uma, segura, cover de Heart and Soul dos Joy Division. Em resumo no meio da boa disposição mostraram o que de bom têm feito, Nothing to loose e Now ficaram a ecoar durante um bom punhado de tempo nos ouvidos e deixam sobretudo uma vontade de ouvir os trabalhos que se seguirão.

O segundo concerto da noite estava reservado aos portuenses Bal Onirique, que apesar da fama trouxeram a Lisboa um concerto competente mas muito pouco surrealista.
Sabendo já à partida que os músicos eram bons e as músicas a condizer, restava-me a esperança de ver eclodir ao vivo o surrealismo que lhes deu o nome, e que a dança do ventre na música inicial não colmatou. Pareceram-me algo contidos em palco, e de um bom concerto fica uma pequena decepção que não o deixa chegar a excelente. Facto é que desfilaram muitas e boas musicas entre as quais Jadis et Naguèrre inspirado na relação de Rimbaud e Verlaine e Lovers Suicide, no entanto fez-me falta o caos que esperava ter visto.


Após uma breve pausa, eis que José Luís Peixoto chega ao palco para dar uma forma honesta à performance Leitura de Poesia Fúnebre. Podemos sempre alvitrar que, tal como diz a expressão popular, raramente um escritor é um bom declamador da sua obra, e sinceramente concordo, mas de outro modo a coisa não funcionaria, era necessária a humildade e o despojamento que o escritor emana para tudo aquilo fazer sentido e assim foi: por cerca de meia hora as palavras que foram ditas, tocaram mais a uns que outros, mas que tiveram o condão de calar o S.A.

Depois meus caros, depois escassa hora e meia de festa para cinco djs, ouviu-se um pouco de tudo, destacando a contínua influência espanhola no deathrock nos setlists e a presença de clássicos, notando-se o esforço que os djs fizeram para em tão pouco tempo dar uma amostra do que eram/são musicalmente as Graveyards.

As Graveyards são festas de deathrock ou seja têm como base uma influência do punk por isso não será de estranhar o sentimento de defraudamento musical que um gótico pode ter sentido, já eu, como gótico com fortes influências do punk que sou, senti-me em casa.

Foi um bom regresso, espera-se em Março uma festa mais à Graveyard e se possível, não desfazendo do S. A., num outro espaço – Karnart, Caixa Económica Operária?
As fotos como sempre são do escriba ;)



quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Moonspell + Bizarra Locomotiva
Sábado 23 de Janeiro, FIL, Lisboa


EVENTOS

Tributo a The Cure
Sexta 22 de Janeiro, Metropolis, Lisboa




Heavens, programa de sexta
Sexta 22 de Janeiro, Heavens, Porto




Graveyard Sessions + Bal Onirique e Archétypo 120
Sábado 23 de Janeiro, Santiago Alquimista, Lisboa




Bizarra Locomotiva + Moonspell After Party
Sábado 23 de Janeiro, Metropolis, Lisboa




Heavens, programa de sábado
Sábado 23 de Janeiro, Heavens, Porto


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Agenda

EVENTOS

Decades
Sexta 20 de Novembro, Riscas Bar, Porto




Planeta Pop
Sexta 20 de Novembro,Metropolis, Lisboa


Bal Onirique
Sábado 21 de Novembro, Maus Hábitos, Porto




Dark Night (DJ convidado Katharsis)
Sábado 21 de Novembro, Heavens, Porto

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Bal Onirique

Em ano incerto 5 portuenses juntaram-se e criaram os Bal Onirique. O nome, uma homenagem ao Baile organizado em honra de Dali nos EUA antes do regresso à Europa, revela que o surrealismo de Dali é forte influência na maneira como este grupo faz a sua musica.
De sonoridades exclusivas de rock gótico, em 2006 gravam "Jadis et Naguère" (inspirada na tortuosa história de amor de Verlaine e Rimbaud) e "Slow Lane", enquanto que este ano já soam pelo ar mais duas, "Elixir Rubeus" e "Lovers Suicide".
De acordo com o myspace é esperado para Setembro ou Outubro deste ano o primeiro single ("Elixir Rubeus Morrer, Dormir, Sonhar, Amar... Talvez...!!!") e um promo cd, ambos seguidos por uma digressão nacional.
Sem duvida um grupo a ter em conta porque revelam qualidade, originalidade e maturidade no que apresentaram até agora.

À espera de um álbum que confirme o valor e de um concerto que revele a veia surrealista da banda.