CONCERTOS
Peter Murphy
Quinta 9 de Setembro, Feira de Artesanato e Gastronomia, Águeda
Leonard Cohen
Sexta 10 de Setembro, Pavilhão Atlântico, Lisboa
Alphaville
Sábado 11 de Setembro, Feira de Artesanato e Gastronomia, Águeda
El-Ethnic Legist
Sábado 11 de Setembro, Santiago Alquimista, Lisboa
EVENTOS
Funeral Party
Sexta 10 de Setembro, Metropolis, Lisboa
War on the Dancefloor
Sexta 10 de Setembro, Heavens, Porto
Imagens alerta
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Festival Entremuralhas, os concertos - Uxu Kalhus, Collection D’Arnell Andrea, Ordo Rosárius Equilíbrio e Covenant.
Leiria, 28 de Agosto de 2010
Não tendo assistido a Uxu Kalhus, esta análise ao segundo dia apenas se reflecte sobre três dos quatro concertos.
Collection d’Arnell Andrea
Chegados ao segundo dia, o palco Alma abre com Collection d’Arnell Andrea. Apesar do mentor musical da banda ser Jean-Christophe d'Arnell, a voz e presença em palco da simpática e deliciosamente serena Chloé St. Liphard é o seu melhor trunfo, jogado com mestria tanto nos já dez álbuns de originais como nas prestações ao vivo.
Completado por uma projecção vídeo que conjugou de forma harmónica (e felizmente não literal) o universo musical do grupo, o palco pareceu por vezes pequeno para os seis elementos oferecerem a quem assistiu, um alinhamento de carreira, bem pensado para um concerto de estreia. Foi impressionante em alguns temas ouvir aquela voz delicada no meio de uma muralha sonora, quase tão impressionante como a aparente ausência de esforço de Chloé aquando das mudanças de tom. Se Panarella canta como quem chora, Liphard canta como quem respira.
Na memória ficam “Verdun” (“Villers-aux-vents”), que poderão ver em vídeo e “Un Matin de Septembre” do álbum “Au Val des Roses”. Fica também a sensação de que os franceses conseguiram agarrar com este concerto mais uns fãs e a ideia do que poderia ser um concerto fora do âmbito de um festival.
Ordo Rosarius Equilíbrio
Tendo perdido o primeiro concerto em Portugal e olhando a carreira de estúdio destes suecos, a expectativa para este concerto era enorme, talvez por isso a desilusão se tenha instalado, apesar do concerto ter melhorado à medida que decorria, pareceu-me claramente que a coisa não correu tão bem como poderia: desde Tomas Pettersson não ter usado, de todo, o poder vocal que possui, às entradas algo bruscas dos artifícios electrónicos em algumas músicas, a certos comportamentos estranhos em palco, pareceu-me a dada altura que Pettersson queria antecipar o fim do concerto.
Ainda assim quem tem boas musicas nunca desilude completamente - a projecção vídeo ao longo da actuação seduziu e compensou um pouco a falta de intensidade em palco, que apenas se revelou perto do fim, aquando de “Three is na orgy, four is forever”, música que me fez cantarolar e encerrou da melhor maneira aquele que, contra todas as expectativas, veio a ser um concerto morno.
Covenant
E eis que nos dirigimos ao Palco Corpo, apesar de lhes reconhecer qualidade, as minhas expectativas para o concerto destes suecos não era grande. Reconhecidos como uns dos melhores representantes do EBM, era altura dos Cybergoths e demais amantes da electrónica saírem do covil e dar ao corpo aquilo que ele precisa.
Com uma presença simpática e bastante energética a banda desfilou, para gáudio do público presente, tudo aquilo que os fez. Eskill, senhor de excelente voz e de postura em palco na linha dum one-man-performer, entusiasmou e deixou-se entusiasmar naquele que creio ter sido o melhor concerto electrónico do festival, digo isto, não por conhecimento próprio mas pela reacção entusiasta do publico.
Mais uma vez, reforcei a protecção da Alma durante todo o concerto, ao mesmo tempo que perdia de vez a esperança de exibir o Corpo.
Em resumo, foram dois dias de boa música com excelentes prestações, para um público que aparentemente, mereceu todo o vosso esforço. À Fade in, o reconhecimento de um bom trabalho na gerência dum festival com 6 possíveis cabeças de cartaz e a esperança de um até pró ano!
Fotografias e vídeos tirados pela Isabel e por mim.
domingo, 5 de setembro de 2010
Festival Entremuralhas, os concertos -Ashram, Ataraxia e Project Pitchfork.
Leiria, 27 de Agosto de 2010
ASHRAM
Não é fácil fazer uma crítica a algo excelente sem correr o risco de cruzar a linha da bajulação, mas é facto que os italianos Ashram são compostos por três músicos virtuosos, isso penso que ninguém duvida, que terão feito, a nível pessoal, o melhor concerto do fim-de-semana.


Pouco depois das 21h30 entram Alfredo Notarloberti e Luigi Rubino em palco, os primeiros acordes alimentam a alma em jeito de aperitivo para o manjar que por aí vinha.
Ao longo de pouco mais que uma hora, um violino, um piano e a voz do peculiar Sérgio Panarella, levaram-nos pela melancolia dos dois álbuns do grupo. A postura e voz emotiva de Panarella, fez do concerto uma luta constante com a emoção, aqui não se cantou em uníssono nem se perturbou a música, ao invés, o publico permitiu-se apenas intervir quando era a sua vez.
Apesar de alguns problemas pontuais de som que foram sendo resolvidos (de resto, problemas que foram constantes em todos os concertos deste palco), a prestação não foi comprometida.
Houve música, emoção e espaço para tudo: “Melancholic Lisbon” solo de piano de Luigi Rubino inserido em “A Theme for The Moon” (trabalho a solo editado o ano passado) que tem tanto de simples como de belo e um intenso solo de violino de Notarloberti que rivalizou grandemente em erotismo com as letras cantadas por Ordo Rosarius Equilíbrio revelou-se pela reacção do publico como o momento alto da noite.
Em jeito de conclusão, estes italianos fizeram algo que raramente acontece, não só suplantaram o seu anterior concerto, no Santiago Alquimista (primeiro em terras lusas), como colocaram a fasquia demasiado alta para quem viesse a seguir neste festival.
ATARAXIA
Com 20 trabalhos originais editados, os Ataraxia poderiam muito bem ter feito o festival sozinhos. São conhecidos por incluir no seu registo neo-clássico influências de todo o mundo, criando em cada trabalho uma narrativa de viagem, uma história, por onde somos guiados pela voz de Francesca Nicoli.


A voz de Francesca é realmente magnífica (rivalizando em amplitude vocal com Chloé Saint-Liphard, que veríamos no dia seguinte) e estes músicos, à semelhança dos Ashram, são também excepcionais, mas senti falta de algo neste concerto dos Ataraxia: do risco. Estávamos perante músicos profissionais e foi como eles se comportaram ao assumir apenas um set seguro, sem surpresas.
O set optado, que não deu grande protagonismo ao último álbum Llyr, teve como consequência raras variações de ritmo ao longo do alinhamento, talvez devido a ausências em palco, mas ainda assim o que nos foi dado a ouvir, demonstrou aquilo que os Ataraxia fazem melhor: a ligação do etéreo com a terra, o poder e intensidade da voz suavizado pelo instrumental delicado. “Gayatri Mantra” foi talvez a musica que mais me marcou neste concerto.
Como dizia alguém, eles não conseguem tocar mal mesmo que queiram e de facto é verdade, no entanto, os Ashram foram excelentes os Ataraxia “apenas” muito bons.
PROJECT PITCHFORK

Quem acompanha o pórtico já sabe que os meus gostos pessoais não me colocam na melhor posição para fazer analises a música electrónica, ou a musica é de facto excelente ou então não consigo perceber as diferenças. Todos nós temos um ponto fraco, eis um dos meus.
Assim, foi após pouco mais de meia hora do concerto de Project Pitchfork que decidimos abandonar o recinto.
Esperava, após algumas leituras que antecederam o festival, que ao vivo fossem bem mais roqueiros, mas não o foram. A julgar pela reacção do público, creio que fizeram uma boa prestação.
Comprovou-se ao vivo o que disse anteriormente a propósito do álbum "Continnum Ride", depois de ouvir “Endless Infinity” (haverá algum que acabe?!), não consegui evitar que o refrão se colasse ao cérebro e permanecesse aí como um intruso de que não nos conseguimos livrar. Ao aperceber-me que com isto perdia algumas memórias dos dois primeiros concertos decidi afastar-me dali, afinal, ninguém gosta de perder a Alma…
Fotografias e vídeos feitos a meias pela Isabel e por mim.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Agenda [actualizado]
CONCERTOS
Of The Wand And The Moon
Sexta 3 de Setembro, Musicbox, Lisboa
Sábado 4 de Setembro, V5 Club, Porto
Gene Loves Jezebel
Sexta 3 de Setembro, GSM Fest, Barcelos
EVENTOS
Metropolis Night
Sexta 3 de Setembro, Metropolis, Lisboa
Back to the 80's
Sábado 4 de Setembro, Metropolis, Lisboa
Of The Wand And The Moon
Sexta 3 de Setembro, Musicbox, Lisboa
Sábado 4 de Setembro, V5 Club, Porto
Gene Loves Jezebel
Sexta 3 de Setembro, GSM Fest, Barcelos
EVENTOS
Metropolis Night
Sexta 3 de Setembro, Metropolis, Lisboa
Back to the 80's
Sábado 4 de Setembro, Metropolis, Lisboa
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Revista Abismo Humano nº 5 já está online
Já está online a quinta edição da revista Abismo Humano, que pode ser visualizada e lida AQUI.
Segundo email recebido, o lançamento da edição em papel está previsto para meados de Setembro, "na Caixa Económica Operária, num evento relacionado com a desertificação de Trás-os-Montes, pois a Associação Abismo Humano toma como sua toda a beleza abandonada."
Mais novidades quando as tivermos. Entretanto fica o link:
radioabismohumano.blogspot.com/2010/08/revista-abismo-humano-n5.html
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Festival Entremuralhas, o espaço e as conferências
O projecto era ambicioso, mesmo tendo em conta que por trás estava a Fade In cuja qualidade na organização e escolha de eventos tem sido comprovada e reconhecida ao longo dos dez anos de existencia, ainda assim um concerto é uma coisa, um festival outra e ainda outra é o primeiro festival gótico do país. Reconhecida para já, nesta crónica, fica a coragem da associação em assumir tal projecto.
Chegados a Leiria no dia 27 à tarde, primeiro dia de festival, alguns sinais faziam-se notar na cidade, desde logo o gigantesco e controverso cartaz na fachada do castelo, algumas bandeiras pelas praças da cidade e cartazes colados em montras, contribuiam para um aumento de ansiedade e com ela, as expectativas. Após um breve descanso, fizemo-nos ao caminho para uma volta de reconhecimento ao espaço.
O Espaço
O castelo de Leiria, já conhecido de outras “árvores”, é sem duvida imponente e o seu bom estado de conservação fazia-o prever como o sitio ideal para este festival. Pelas 18:30 cruzávamos a entrada, após uma decisão consciente de que abriríamos mão das curtas.

O palco Corpo, logo em frente, exibia orgulhosamente um espaço suficiente para albergar confortavelmente as 700 almas (limite de publico imposto pela organização, facto que desde logo permite perceber o bom senso reinante), embora o palco fosse a estrutura mais imponente na área, o porco no espeto pareceu-me a estrela (assim que o vi os meus olhos nunca mais o largaram... Hipnotizante o bicho, sempre às voltas...), ladeado pelas restantes bancas de comida e bebidas. Aqui, uma pequena nota, embora se perceba a separação entre a zona de pagamento e a de serviço, faltaram no inicio alguns avisos sobre a logistica da coisa, a exemplo: que não seria boa ideia poupar o tempo da primeira fila comprando desde logo as 50 senhas de cerveja para o fim de semana, já que estas apenas serviam para o próprio dia. Para alguns, o aviso chegou tarde demais.

Iniciando a subida rumo à zona de conferências e exposição, passando pela área das casas de banho (mais uma ou duas junto ao outro palco não teria sido má ideia) e seguindo pelo caminho mais directo que apenas estava acessível, pelo que percebi, durante o horário das mesmas, chegámos à área menos bonita do castelo, uma zona reconstruída recentemente em que o contemporâneo entrou sem “pés de lã”. Um pouco mais à frente, mais recolhido, mais intimista, estava o Palco Alma, cuja área deixou algumas das pessoas com uma visão deficiente dos concertos mas ainda assim, e tendo em conta que o espaço não foi feito para isto, parece-me que a organização pensou bem os locais dos concertos, tendo apenas notado escassez em caixotes do lixo junto à muralha, não incomodava muito e sempre eram menos copos no chão.

De volta ao caminho e tal como o porco que dava voltas no espeto assim nós completámos a nossa, descendo em direcção à zona comercial das roupas, merchandising das bandas, musica, livros e adereços, apenas senti falta de umas bancas de música em segunda mão, mas a Fnac e as bandas eram capaz de não achar piada. ;)
A volta completa-se e a partir da hora dos concertos não haveria, ao contrário do porco, mais voltas a dar, o caminho passava a ser só um, eficaz a nível de organização.
As conferências e a Exposição
Os títulos são sempre uma faca de dois gumes, por um lado pretendem reflectir o que se quer mostrar, mas por outro, aumentam demasiado a expectativa de quem vai assistir, isto foi, a meu ver, o que se passou nas conferências.
Mas primeiro a exposição de Alexandre Estrela, facto é que o trabalho se insere no imaginário gótico e que as obras têm qualidade, mas esperei sinceramente ser surpreendido, não pelo titulo da exposição mas pelo tópico da conferência, confesso que esperava ver uma exposição que invadisse as margens e nos mostrasse algo novo, tal não foi o caso.


Em ambos os dias de conferências não ouvimos nem margens nem rupturas, exceptuando talvez a referência pelo arquitecto urbanista Pedro Trindade Ferreira em relação à irresponsábilidade na recuperação da zona do castelo onde nos encontrávamos e a do arquitecto Miguel Figueira, no segundo dia, sobre o centro histórico de Montemor-o-velho. Mesmo assim, o discurso geral dos intervenientes, que contavam com a participação de Fernando Ribeiro e Adolfo Luxuria Canibal, não passou de apresentações e comentários breves, que por falta de tempo ou pertinência, não abriram espaço à discussão. Em jeito de sugestão, fica a ideia de para a próxima as fazerem mais cedo e até fora do recinto, abrindo esta parte do festival à cidade e à população “sem bilhete” que possa estar interessada e talvez assim, os objectivos sugeridos no tema sejam mais facilmente abordados. Mas não nos podemos esquecer que o festival é de música e como tal, todas as actividades extras, embora necessárias e bem introduzidas no evento, não devem comprometer os concertos, tal como aconteceu com os Uxu Kallus no Sábado.
Em jeito de conclusão, tirando pequenas notas cuja importância é relativa, a organização esteve muito bem e diria que não houve uma alma que tenha saído insatisfeita deste fim de semana.
Fotografias tiradas a meias pela Isabel e por mim.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Agenda
CONCERTOS
FESTIVAL ENTREMURALHAS 2010
Castelo de Leiria
Project Pitchfork + Ataraxia + Ashram
Sexta 27 de Agosto
Covenant + Ordo Rosarius Equilibrio + Collection D'Arnell Andrea + Uxu Kalhus
Sábado 28 de Agosto
www.myspace.com/fadeinfestival
EVENTOS
Radar 90
Quinta 26 de Agosto, V5 Bar, Porto
Depeche Mode Party
Sexta 27 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Klaustrophobik Mutation
Sexta 27 de Agosto, Heavens, Porto
Synergy Nights
Convidado Adolfo Luxúria Canibal
Sábado 28 de Agosto, Plano B, Porto
FESTIVAL ENTREMURALHAS 2010
Castelo de Leiria
Project Pitchfork + Ataraxia + Ashram
Sexta 27 de Agosto
Covenant + Ordo Rosarius Equilibrio + Collection D'Arnell Andrea + Uxu Kalhus
Sábado 28 de Agosto
www.myspace.com/fadeinfestival
EVENTOS
Radar 90
Quinta 26 de Agosto, V5 Bar, Porto
Depeche Mode Party
Sexta 27 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Klaustrophobik Mutation
Sexta 27 de Agosto, Heavens, Porto
Synergy Nights
Convidado Adolfo Luxúria Canibal
Sábado 28 de Agosto, Plano B, Porto
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Ordo Rosarius Equillibrio - ONANI (Practice Makes Perfect)
Os suecos Ordo Rosarius Equilíbrio, representantes do dark folk numa surpreendente ramificação de um género muito colado a influencias militares, cantam quase exclusivamente o erotismo, saltitando a roupagem musical entre o clássico e o darkwave. Assim, e embora a banda tenha habituado os fãs a rupturas e mudanças, não era de estranhar a edição de um álbum como este “ONANI (Practice makes perfect)”.
A salientar por curiosidade, o pedido da banda aos fãs por fotografias de masturbação com o intuito de as incluir no artwork. A propósito deste pedido, este vosso escriba previu que talvez as letras gravitassem em torno dessas imagens, de uma forma mais gráfica, mas a previsão não se confirmou. Ao contrário do que se esperava, tanto as letras como a música são neste novo trabalho, mais acessíveis. É no entanto um bom álbum que dá continuidade à qualidade dos anteriores, mesmo não trazendo nada de novo.
Espera-se que no dia 28, no Palco Alma, possamos ouvir algumas das 11 musicas que compõem este novo trabalho, entre elas “I Will;Even After The Flowers Are Gone” e “Confessions of a Sin Flower”.
O alinhamento:
1 - Glory to Thee, My Beloved Masturbator
2 - (Remember) What You Sow is What You Reap
3 - Can You Hear the Devils Laughing? (Or Is It Just Me)
4 - The Love and Defiance of Being Alive
5 - Let Me Show You, All the Secrets of the Torture Garden
6 - Too Late for Innocence, Too Late for Regret (Four Hands Please Better than Two)
7 - Forgive Me, I Am Not Satan; I Am Mary Just Like You
8 - C U M, and Let Me Lead You Far Astray
9 - Amore Rosso, Amore Marrone, Amore Nero (Il Waltzer Del Lupo Mannaro)
10 - I W I L L; Even After the Flowers Are Gone
11 - Confessions of A Sinflower
Project Pitchfork - Continuum Ride
É reconhecida a mudança de rumo na música desde o álbum “Alpha Ómega”, a intrusão do rock na electrónica abriu um novo caminho para a banda explorar. Gradualmente, desde então, a banda tem aprimorado o seu estilo musical e “Continuum Ride”, lançado em Julho deste ano, confirma-os como uma das principais senão a principal banda da cena electro-gótico.
Embora a maior presença de guitarras seja apelativa, a voz gutural (?) de Peter Spilles é uma faca de dois gumes e em algumas canções deste disco, à imagem do seu antecessor “Dream, Tiresias!”, as músicas mais introspectivas ficam nuas de emoção. A voz é, talvez, a razão do melhor e do pior que a banda consegue fazer.
Ainda assim, “Continuum Ride” mantém a caminhada ascendente da banda, alternando exemplos de boa electrónica como podem ouvir em “The Dividing Line” com músicas mais acessíveis de que é exemplo “Endless Infinity”, cujo refrão depressa ficará no ouvido de muita gente.
Conhecidos pelas actuações energéticas, estarão no Palco Corpo, amanhã dia 27, no âmbito do festival Entremuralhas, organizado pela Fade In com apoio da Câmara Municipal de Leiria.
Alinhamento de “Continuum Ride”

1 – Way Of The World
2 – Stacked Visions
3 – The Dividing Line
4 – Endless Infinity
5 – Dead Cities
6 – Continuum
7 – Beholder
8 – Ghosts of the past
9 – Supersonic Snakebite
10 – Star Child
11 – 43rd Floor
12 – Full Contact
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Agenda [actualizado]
EVENTOS
Back to the 80's
Sexta 20 de Agosto, Metropolis, Lisboa
The Final Hour
Sábado 21 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Heavens, programa de sábado
Sábado 21 de Agosto, Heavens, Porto
Dark Desire Night
Sábado 21 de Agosto, Montijo
Back to the 80's
Sexta 20 de Agosto, Metropolis, Lisboa
The Final Hour
Sábado 21 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Heavens, programa de sábado
Sábado 21 de Agosto, Heavens, Porto
Dark Desire Night
Sábado 21 de Agosto, Montijo
Projecto C.O.V.A. lança editora virtual
O sempre muito activo Projecto C.O.V.A (link actualizado para a página principal na barra da esquerda), lançou recentemente uma editora virtual destinada a publicação gratuita de ebooks, com uma linha editorial orientada pelos temas da "Poesia, Literatura, Música, Filosofia, Desenho, Pintura,Ilustração, Magia, Ocultismo e demais temas ligados ao Universo Underground" que não "fomentem o ódio e o preconceito de modo literalmente ofensivo a grupos sociais, etnias e religiões".
Para sujeitar trabalhos a apreciação, citando o email:
Caso queiram enviar material para análise a fim de ser publicado por esta Editora Virtual, enviem o mesmo para qualquer um destes endereços:
projetocova@gmail.com
webprocova@gmail.com
Não consegui encontrar um link directo para o projecto editorial na página principal do Projecto C.O.V.A., pelo que reproduzo de seguida o email recebido para conhecimento de eventuais interessados:
ESTATUTO DA EDITORA VIRTUAL PROJETO C.O.V.A.
ENDEREÇO WEB: http://grou.ps/projetocova
21 de Abril de 2010
CAPÍTULO I - Denominação, Sede, Objeto Social e Duração.
Art. 1º) A Editora Virtual Projeto C.O.V.A. é uma companhia aberta, regida pelo presente Estatuto e pela legislação em vigor no país, sem fins lucrativos.
Art. 2º) A Editora Virtual Projeto C.O.V.A. tem sede e foro na República Federativa do Brasil, tendo como centro de atuações operacionais a Internet.
Art. 3º) A Editora Virtual Projeto C.O.V.A. tem por objeto:
1. a edição gratuita de livros e publicações em geral;
2. a organização e a elaboração de e-books, no formato PDF, e a transmissão dos mesmos através da Internet;
Art. 4º) A Editora Virtual Projeto C.O.V.A. tem prazo de duração por tempo indeterminado.
CAPÍTULO II - Administração.
Art. 5º) A Companhia será coordenada pela Administração do Projeto C.O.V.A., constituida pela Inominável Ser (Fundador e Administrador da comunidade virtual), Elektra, painfull_angel e darkangel.
Art. 6º) O Conselho Administrativo será formado conforme as disposições de contribuições a tais fins da parte de pessoas físicas interessadas e integrantes do Projeto C.O.V.A.
Art. 7º) O Presidente e o Vice-Presidente da Editora Virtual Projeto C.O.V.A. serão escolhidos pelo Fundador do Projeto C.O.V.A.
§ 1º) Compete ao Presidente do Conselho de Administração organizar as publicações no prelo, deliberando acerca da aceitação do conteúdo a ser analisado para publicação.
Art. 8º) Compete ao Conselho de Administração:
1. orientar as publicações da Editora Virtual Projeto C.O.V.A.;
2. especificar a ordem de publicações da Editora Virtual Projeto C.O.V.A.
Art. 9º) Competem ao Fundador e à Presidência os mais amplos poderes de gestão, representação e administração da Editora Virtual Projeto C.O.V.A., necessários a que se realize integralmente o objeto social, que é o de amparar e fomentar a publicação de poetas e escritores novos, assim como as obras de poetas e escritores consagrados que estejam sob Domínio Público.
Art. 10) A Administração estará, no exercício de seus poderes de gestão, representação e coordenação de todas as atividades da Editora Virtual Projeto C.O.V.A.
CAPÍTULO III - Objetivos E Parâmetros De Desenvolvimento
Art.11) Os objetivos da Editora Virtual Projeto C.O.V.A. encontram-se dentro dos mesmos parâmetros estabelecidos pelo trabalho empreendido pelas páginas virtuais do Projeto C.O.V.A.: defesa das Subculturas que não preguem o ódio e a violência de quaisquer tipos.
Art. 12) A publicação de e-books seguirá uma linha específica de conteúdos e gêneros variados, obras que estejam dentro dos parâmetros estabelecidos e consagrados pelo Projeto C.O.V.A.
Art. 13) Poesia, Literatura, Música, Filosofia, Desenho, Pintura, Ilustração, Magia, Ocultismo e demais temas ligados ao Universo Underground fundamentarão a linha editorial como acima especificada no Artigo 11.
Art. 14) Como disposto no Artigo 11, negados os direitos de publicação para obras que fomentem o ódio e o preconceito de modo literalmente ofensivo a grupos sociais, etnias e religiões.
Art. 15) O(s) autor(es) das obras a serem publicadas terão todos os créditos das mesmas, optando por publicá-las com ou sem o registro antecipado no Escritório De Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.
Art. 15) No concernente às obras de autores consagrados, fica estabelecido a conduta editorial acima determinada no artigo 9º.
Art 16) O(s) autor(es) poderão optar pelo bloqueio do e-book para cópia do conteúdo ou não.
Art.17) O(s) autor(es) poderão optar pela divulgação em editoras de seus e-books da parte da equipe responsável pela Administração da Editora Virtual Projeto C.O.V.A. ou pela divulgação por conta própria, cabendo apenas à esta última a elaboração e a confecção dos e-books.
Art.18) Não serão cobrados valores para elaboração e a confecção dos e-books, assim como para a distribuição dos mesmos virtualmente. Dita distribuição poderá ser efetuada conforme o estabelecido no Artigo 17.
CAPÍTULO IV - Exercício Social
Art. 19) O exercício social será constante, por tempo indeterminado, durante o decorrer de todas as atividades da Editora Virtual Projeto C.O.V.A.
CAPÍTULO V - Disposições Gerais.
Art. 20) A Editora Virtual Projeto C.O.V.A. poderá ter a sua estrutura reformada conforme o decorrer de seu desenvolvimento na Internet.
Art. 21) Este Estatuto está aberta a modificações futuras, conforme o estabelecimento de novas variáveis do que foi especificado em todos os artigos do mesmo.
Art. 22) As determinações de todos os artigos acima são irrevogáveis e intransferíveis quanto ao seu estabelecimento na Internet.
Inominável Ser
O COVEIRO ADMINISTRADOR
21 de abril de 2010
Os logotipos foram desenvolvidos pela artista paulistana Luciana Waack.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Swans Are Not Dead - O regresso
A mudança de nome da Página do myspace dos Swans para "Swans Are Not Dead" era o indício de que a intenção de Gira em reactivar a mitica banda não era apenas conversa. Assim, está marcado para 27 de Setembro, o lançamento de "My Father Will Guide a Rope To The Sky", o novo trabalho de originais dos Swans.

De acordo com as palavras de Gira, "Isto não é uma reunião. Não é nostalgia. Após os 5 álbuns dos Angels of Light (banda formada por Gira após o fim dos Swans), precisava de seguir em frente, noutra direcção, e a reactivação dos Swans permite-me fazer isso."
A gravação de "My Father Will Guide a Rope To The Sky" foi custeada pela venda de 1000 cópias de uma edição limitada contendo as demos acusticas do novo álbum e dois concertos do Gira a solo sob o nome "I'm Not Insane".
O novo álbum conta, para além de Gira, com a presença de Norman Westberg (Guitarrista e membro original dos Swans), Christoph Hahn (guitarrista Swans e Angels of Light) e Phil Puleo (baterista na fase final dos Swans e Angels of Light). De salientar também a colaboração de Devendra Banhart e da filha de 3 anos do Gira nas vozes da musica "You Fucking People Make me Sick". O álbum estará disponivel em formato digital, cd (Digipack) e Vinil.
A acompanhar o lançamento do novo trabalho existirá uma digressão pelos Estados Unidos e pela Europa que durará 18 meses de acordo com a página da editora da banda, Young God Records, o que nos deixa para já alguma esperança por um concerto em terras lusas... Alguém?
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Festival Entremuralhas 2010
Com organização do Festival Fade In e o subtítulo Festival Gótico 2010, realiza-se entre 27 e 28 de Agosto o Entremuralhas, no castelo de Leiria. Project Pitchfork, Ataraxia, Ashram, Covenant, Ordo Rosarius Equilibrio, Collection D'Arnell Andrea e Uxu Kalhus são os nomes em cartaz.
Toda a informação no site do festival.
Agenda [actualizado]
EVENTOS
Bouquet of Dreams
Sexta 13 de Agosto, Parke, Porto
Friday the 13th Special!
Sexta 13 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Synth.Etics
Convidado especial DJ Daniel Myer (Covenant, Haujobb)
Sábado 14 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Heavens, programa de sábado
Sábado 14 de Agosto, Heavens, Porto
Bouquet of Dreams
Sexta 13 de Agosto, Parke, Porto
Friday the 13th Special!
Sexta 13 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Synth.Etics
Convidado especial DJ Daniel Myer (Covenant, Haujobb)
Sábado 14 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Heavens, programa de sábado
Sábado 14 de Agosto, Heavens, Porto
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Agenda [actualizado]
CONCERTOS
Mão Morta
Sexta 8 de Agosto, Mosteiro da Serra do Pilar, V. N. Gaia
EVENTOS
Heavens, programa de sexta
Sexta 8 de Agosto, Heavens, Porto
Decades
Sexta 8 de Agosto, O Ninho de Nosferatu, Porto
Metropolis Night
Sexta 8 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Back to the 80's
Sábado 7 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Mão Morta
Sexta 8 de Agosto, Mosteiro da Serra do Pilar, V. N. Gaia
EVENTOS
Heavens, programa de sexta
Sexta 8 de Agosto, Heavens, Porto
Decades
Sexta 8 de Agosto, O Ninho de Nosferatu, Porto
Metropolis Night
Sexta 8 de Agosto, Metropolis, Lisboa
Back to the 80's
Sábado 7 de Agosto, Metropolis, Lisboa
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