quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Mão Morta + Pop Dell'Arte
Sábado 2 de Outubro, Casa da Música, Porto


EVENTOS

Kaotic Visions
Sexta 1 de Outubro, Check In Bar, Porto



Twisted Circus
Sexta 1 de Outubro, Heavens, Porto



Back to the 80's
Sábado 2 de Outubro, Metropolis, Lisboa



Funeral Party
Segunda 4 de Outubro, Metropolis, Lisboa



Vintage Lab
Segunda 4 de Outubro, V5 Club, Porto

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Agenda [actualizado]

EVENTOS

Bouquet of Dreams
Sexta 24 de Setembro, Parke, Porto



It's time to die
Sexta 24 de Setembro, Heavens, Porto



Graveyard Sessions
Sexta 24 de Setembro, Berlin, Lisboa



The Final Hour
Convidados DJane MadLyn + DJ Bigo (DE)
Sábado 25 de Setembro, Metropolis, Lisboa

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Moonspell + Heavenwood
Domingo 19 de Setembro, Hard Club, Porto


EVENTOS

Indiegente Sessions
Sexta 17 de Setembro, Metropolis, Lisboa



Decades
Sexta 17 de Setembro, O Ninho de Nosferatu, Porto



Halloween Productions XIX
Sexta 17 de Setembro, Heavens, Porto



Synth.Etics
Convidado Dj VLRK (Grendel)
Sábado 18 de Setembro, Metropolis, Lisboa



Tributo a Moonspell
Sábado 18 de Setembro, Heavens, Porto



Flashback
Sábado 18 de Setembro, Pitch, Porto



...ready for some Old School?
Sábado 18 de Setembro, O Ninho de Nosferatu, Porto

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MOTELx 2010



Realiza-se de 29 de Setembro a 3 de Outubro a quarta edição do já afamado MOTELx, Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, no São Jorge.
Este ano salienta-se a particularidade da presença de George Romero durante os cinco dias (segundo anunciado em email recebido). George Romero, nome que dispensa apresentações para os amantes deste tipo de cinema, realizador dos míticos "Night of the Living Dead" (1968) e "Dawn of the Dead" (1978), vem apresentar o seu novo filme de 2009, "Survival of the Dead". De acordo com o mesmo email, o autor "dará também uma masterclass aberta a todo o público do festival".

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

"O Homem Elefante" na Sala Estúdio do Teatro Nacional Dona Maria


Baseada na história verídica de John Merrick, um inglês do século XIX afectado por uma doença congénita desfiguradora, esta é uma peça sobre a alienação e a solidão. "O Homem Elefante" recebeu vários prémios, tais como o Tony Award, o New York Drama Critics Award, o Drama Desk Award e o Obie Award, e conheceu o sucesso, em 1980, numa adaptação ao cinema protagonizada por Anthony Hopkins.

Na Sala Estúdio do Teatro Nacional Dona Maria, Lisboa, de 30 de Setembro a 31 de Outubro.

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Dança da Morte / Dança de la Muerte no Teatro do Bairro Alto


Para quem não viu em Julho, "Dança da Morte / Dança de la Muerte" volta a estar em cena no Teatro do Bairro Alto, Lisboa, de 30 de Setembro a 17 de Outubro.
Numa co-produção do Teatro da Cornucópia e a companhia espanhola Nao d'amores, este é um espectáculo bilingue que aborda o tema da dança macabra medieval:

"Dança da Morte / Dança de la Muerte" é uma fantasia da imaginação popular, uma viagem no tempo para reviver os mitos que ajudaram a mitigar o absurdo da morte, nascida no actual contexto cultural, em que se tende a negá-la e a afastar a sua lembrança, substituindo o ancestral anseio de imortalidade por uma imatura ficção de "a-mortalidade".

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Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Peter Murphy
Quinta 9 de Setembro, Feira de Artesanato e Gastronomia, Águeda


Leonard Cohen
Sexta 10 de Setembro, Pavilhão Atlântico, Lisboa


Alphaville
Sábado 11 de Setembro, Feira de Artesanato e Gastronomia, Águeda


El-Ethnic Legist
Sábado 11 de Setembro, Santiago Alquimista, Lisboa


EVENTOS

Funeral Party
Sexta 10 de Setembro, Metropolis, Lisboa


War on the Dancefloor
Sexta 10 de Setembro, Heavens, Porto

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Festival Entremuralhas, os concertos - Uxu Kalhus, Collection D’Arnell Andrea, Ordo Rosárius Equilíbrio e Covenant.

Leiria, 28 de Agosto de 2010


Não tendo assistido a Uxu Kalhus, esta análise ao segundo dia apenas se reflecte sobre três dos quatro concertos.


Collection d’Arnell Andrea

Chegados ao segundo dia, o palco Alma abre com Collection d’Arnell Andrea. Apesar do mentor musical da banda ser Jean-Christophe d'Arnell, a voz e presença em palco da simpática e deliciosamente serena Chloé St. Liphard é o seu melhor trunfo, jogado com mestria tanto nos já dez álbuns de originais como nas prestações ao vivo.






Completado por uma projecção vídeo que conjugou de forma harmónica (e felizmente não literal) o universo musical do grupo, o palco pareceu por vezes pequeno para os seis elementos oferecerem a quem assistiu, um alinhamento de carreira, bem pensado para um concerto de estreia. Foi impressionante em alguns temas ouvir aquela voz delicada no meio de uma muralha sonora, quase tão impressionante como a aparente ausência de esforço de Chloé aquando das mudanças de tom. Se Panarella canta como quem chora, Liphard canta como quem respira.
Na memória ficam “Verdun” (“Villers-aux-vents”), que poderão ver em vídeo e “Un Matin de Septembre” do álbum “Au Val des Roses”. Fica também a sensação de que os franceses conseguiram agarrar com este concerto mais uns fãs e a ideia do que poderia ser um concerto fora do âmbito de um festival.


Ordo Rosarius Equilíbrio


Tendo perdido o primeiro concerto em Portugal e olhando a carreira de estúdio destes suecos, a expectativa para este concerto era enorme, talvez por isso a desilusão se tenha instalado, apesar do concerto ter melhorado à medida que decorria, pareceu-me claramente que a coisa não correu tão bem como poderia: desde Tomas Pettersson não ter usado, de todo, o poder vocal que possui, às entradas algo bruscas dos artifícios electrónicos em algumas músicas, a certos comportamentos estranhos em palco, pareceu-me a dada altura que Pettersson queria antecipar o fim do concerto.




Ainda assim quem tem boas musicas nunca desilude completamente - a projecção vídeo ao longo da actuação seduziu e compensou um pouco a falta de intensidade em palco, que apenas se revelou perto do fim, aquando de “Three is na orgy, four is forever”, música que me fez cantarolar e encerrou da melhor maneira aquele que, contra todas as expectativas, veio a ser um concerto morno.


Covenant

E eis que nos dirigimos ao Palco Corpo, apesar de lhes reconhecer qualidade, as minhas expectativas para o concerto destes suecos não era grande. Reconhecidos como uns dos melhores representantes do EBM, era altura dos Cybergoths e demais amantes da electrónica saírem do covil e dar ao corpo aquilo que ele precisa.
Com uma presença simpática e bastante energética a banda desfilou, para gáudio do público presente, tudo aquilo que os fez. Eskill, senhor de excelente voz e de postura em palco na linha dum one-man-performer, entusiasmou e deixou-se entusiasmar naquele que creio ter sido o melhor concerto electrónico do festival, digo isto, não por conhecimento próprio mas pela reacção entusiasta do publico.
Mais uma vez, reforcei a protecção da Alma durante todo o concerto, ao mesmo tempo que perdia de vez a esperança de exibir o Corpo.




Em resumo, foram dois dias de boa música com excelentes prestações, para um público que aparentemente, mereceu todo o vosso esforço. À Fade in, o reconhecimento de um bom trabalho na gerência dum festival com 6 possíveis cabeças de cartaz e a esperança de um até pró ano!


Fotografias e vídeos tirados pela Isabel e por mim.

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domingo, 5 de setembro de 2010

Festival Entremuralhas, os concertos -Ashram, Ataraxia e Project Pitchfork.

Leiria, 27 de Agosto de 2010


ASHRAM

Não é fácil fazer uma crítica a algo excelente sem correr o risco de cruzar a linha da bajulação, mas é facto que os italianos Ashram são compostos por três músicos virtuosos, isso penso que ninguém duvida, que terão feito, a nível pessoal, o melhor concerto do fim-de-semana.


Pouco depois das 21h30 entram Alfredo Notarloberti e Luigi Rubino em palco, os primeiros acordes alimentam a alma em jeito de aperitivo para o manjar que por aí vinha.
Ao longo de pouco mais que uma hora, um violino, um piano e a voz do peculiar Sérgio Panarella, levaram-nos pela melancolia dos dois álbuns do grupo. A postura e voz emotiva de Panarella, fez do concerto uma luta constante com a emoção, aqui não se cantou em uníssono nem se perturbou a música, ao invés, o publico permitiu-se apenas intervir quando era a sua vez.
Apesar de alguns problemas pontuais de som que foram sendo resolvidos (de resto, problemas que foram constantes em todos os concertos deste palco), a prestação não foi comprometida.
Houve música, emoção e espaço para tudo: “Melancholic Lisbon” solo de piano de Luigi Rubino inserido em “A Theme for The Moon” (trabalho a solo editado o ano passado) que tem tanto de simples como de belo e um intenso solo de violino de Notarloberti que rivalizou grandemente em erotismo com as letras cantadas por Ordo Rosarius Equilíbrio revelou-se pela reacção do publico como o momento alto da noite.

Em jeito de conclusão, estes italianos fizeram algo que raramente acontece, não só suplantaram o seu anterior concerto, no Santiago Alquimista (primeiro em terras lusas), como colocaram a fasquia demasiado alta para quem viesse a seguir neste festival.





ATARAXIA



Com 20 trabalhos originais editados, os Ataraxia poderiam muito bem ter feito o festival sozinhos. São conhecidos por incluir no seu registo neo-clássico influências de todo o mundo, criando em cada trabalho uma narrativa de viagem, uma história, por onde somos guiados pela voz de Francesca Nicoli.



A voz de Francesca é realmente magnífica (rivalizando em amplitude vocal com Chloé Saint-Liphard, que veríamos no dia seguinte) e estes músicos, à semelhança dos Ashram, são também excepcionais, mas senti falta de algo neste concerto dos Ataraxia: do risco. Estávamos perante músicos profissionais e foi como eles se comportaram ao assumir apenas um set seguro, sem surpresas.
O set optado, que não deu grande protagonismo ao último álbum Llyr, teve como consequência raras variações de ritmo ao longo do alinhamento, talvez devido a ausências em palco, mas ainda assim o que nos foi dado a ouvir, demonstrou aquilo que os Ataraxia fazem melhor: a ligação do etéreo com a terra, o poder e intensidade da voz suavizado pelo instrumental delicado. “Gayatri Mantra” foi talvez a musica que mais me marcou neste concerto.
Como dizia alguém, eles não conseguem tocar mal mesmo que queiram e de facto é verdade, no entanto, os Ashram foram excelentes os Ataraxia “apenas” muito bons.





PROJECT PITCHFORK




Quem acompanha o pórtico já sabe que os meus gostos pessoais não me colocam na melhor posição para fazer analises a música electrónica, ou a musica é de facto excelente ou então não consigo perceber as diferenças. Todos nós temos um ponto fraco, eis um dos meus.
Assim, foi após pouco mais de meia hora do concerto de Project Pitchfork que decidimos abandonar o recinto.
Esperava, após algumas leituras que antecederam o festival, que ao vivo fossem bem mais roqueiros, mas não o foram. A julgar pela reacção do público, creio que fizeram uma boa prestação.
Comprovou-se ao vivo o que disse anteriormente a propósito do álbum "Continnum Ride", depois de ouvir “Endless Infinity” (haverá algum que acabe?!), não consegui evitar que o refrão se colasse ao cérebro e permanecesse aí como um intruso de que não nos conseguimos livrar. Ao aperceber-me que com isto perdia algumas memórias dos dois primeiros concertos decidi afastar-me dali, afinal, ninguém gosta de perder a Alma…



Fotografias e vídeos feitos a meias pela Isabel e por mim.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Of The Wand And The Moon
Sexta 3 de Setembro, Musicbox, Lisboa
Sábado 4 de Setembro, V5 Club, Porto


Gene Loves Jezebel
Sexta 3 de Setembro, GSM Fest, Barcelos


EVENTOS

Metropolis Night
Sexta 3 de Setembro, Metropolis, Lisboa



Back to the 80's
Sábado 4 de Setembro, Metropolis, Lisboa

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Revista Abismo Humano nº 5 já está online


Já está online a quinta edição da revista Abismo Humano, que pode ser visualizada e lida AQUI.
Segundo email recebido, o lançamento da edição em papel está previsto para meados de Setembro, "na Caixa Económica Operária, num evento relacionado com a desertificação de Trás-os-Montes, pois a Associação Abismo Humano toma como sua toda a beleza abandonada."
Mais novidades quando as tivermos. Entretanto fica o link:

radioabismohumano.blogspot.com/2010/08/revista-abismo-humano-n5.html

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