quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Agenda [actualizado]

EVENTOS

Metropolis Free Party
Sexta 28 de Dezembro, Metropolis, Lisboa


Tributo a David Bowie vs Iggy Pop
Sábado 29 de Dezembro, Lisboa Metropolis, Lisboa



INDIEpendent Sessions
Sábado 29 de Dezembro, Club Noir, Lisboa 




Passagem de Ano
Segunda 31 de Dezembro, Club Noir, Lisboa 



Passagem de Ano
Segunda 31 de Dezembro, Metropolis, Lisboa 



Passagem de Ano
Segunda 31 de Dezembro, Transmission, Lisboa

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Agenda

EVENTOS

Back to the 80's Especial Vanguarda
Sexta 21 de Dezembro, Metropolis, Lisboa



Tributo a Prodigy
Sábado 22 de Dezembro, Metropolis, Lisboa

sábado, 15 de dezembro de 2012

Babalith "B​-​Side Me"


Ano muito produtivo para o projecto Babalith que nos oferece ainda outra novidade. "B-Side Me" é uma colectânea de "lados B", "que por alguma razão não foram lançados em trabalhos anteriores e que são específicos para serem ouvidos em certos momentos".
Citando o email recebido: 
Com pedaços de ambiente experimental e psicadelismo inerente, a música de André Consciência encanta os ouvidos de qualquer fã do género e navegando pelo mundo da música industrial, sob um som Noise empolgante e característico do projecto, este é um álbum óptimo para se ir ouvindo ao longo do dia em várias fases.
De citar que o álbum tem uma forte componente de Spoken Word e as field recordings encaixam-se perfeitamente com a restante sonoridade. Em algumas faixas podemos ouvir momentos únicos de neoclássico, folk e dark ambient, neste trabalho que merece toda a atenção da comunidade, ate porque inclui a cover "Cantara" dos míticos Dead Can Dance e ainda uma versão inédita da faixa "Parapeito das Estrelas".

Para ouvir ou fazer download aqui.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Agenda [actualizado]

CONCERTOS


Paws & Claws
Concertos por La Chanson Noir, Inkilina Sazabra, Advent Mechanism, Espelho Mau
Participação de Soraya Moon
Sexta 14 de Dezembro, Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, Baixa da Banheira


EVENTOS

Graveyard Sessions
Sábado 15 de Dezembro, Caixa Económica Operária, Lisboa



90's Party
Sábado 15 de Dezembro, Metropolis, Lisboa 



Black Celebration Synergy Depeche Mode Party
Sábado 15 de Dezembro, Club Noir, Lisboa



sábado, 8 de dezembro de 2012

Paws & Claws II, 14 de Dezembro, Baixa da Banheira



Concertos por La Chanson Noir, Inkilina Sazabra, Advent Mechanism, Espelho Mau
Participação de Soraya Moon
Sexta 14 de Dezembro, Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, Baixa da Banheira


Recebido por email:

A Associação Esperança Animal em parceria com a Associação Abismo Humano e com o apoio da Webzine HINTF, da Câmara Municipal da Moita e da Century Media realiza um concerto com Advent Mechanism, Inkilina Sazabra e La Chanson Noire com o intuito de angariar dinheiro para ajudar os animais abandonados e carenciados. 

Informações sobre a Associação Esperança Animal:

A Associação Esperança Animal é uma associação sem fins lucrativos e rege-se pelos seus estatutos. Tem como objectivo principal a defesa, protecção e tratamento de animais domésticos em risco.
Muitos animais em risco são adoptados e conseguem uma vida nova, encontrando uma casa e donos responsáveis e carinhosos. Por outro lado, são anualmente adquiridos milhares de animais, dos quais uma percentagem acaba por ser um dia abandonada, engrossando as fileiras de animais errantes e aumentando o problema. A adopção de um animal pode significar não só o salvar de uma vida, mas também um passo contra a questão do abandono de animais. Apresentar a adopção de animais abandonados como uma alternativa à sua compra em lojas de animais faz sentido em termos sociais e humanos.
A Associação Esperança Animal não recebe qualquer ajuda do estado ou de outro organismo público. Vive do pagamento das quotas dos seus sócios e dos donativos feitos pelas pessoas que mais sensíveis estão à causa dos animais.
Como Ajudar:
1 Inscrição como Sócio
2 Regularização de Quotas e Actualização de Telemóvel e E-mail
3 Contribua com Donativos em Géneros ou Monetários
4 Apadrinhe um Animal
5 Adopte um dos Animais
6 Junte-se aos Voluntários
7 Seja uma das nossas Famílias de Acolhimento Temporário

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

The Underground Youth
Sexta 30 de Novembro, Sociedade Harmonia Eborense, Évora
Domingo 1 de Dezembro, Maus Hábitos, Porto

The Underground Youth (UK) + Blaze & The Stars (PT)
Sábado 1 de Dezembro, Caixa Económica Operária, Lisboa



EVENTOS

Indie Sessions
Sexta 30 de Novembro, Club Noir, Lisboa



Back to the 80's
Sábado 1 de Dezembro, Metropolis, Lisboa

domingo, 25 de novembro de 2012

The Underground Youth (UK) + Blaze & The Stars (PT) ao vivo na Caixa Económica Operária

The Underground Youth (UK) + Blaze & The Stars (PT)
Sábado 1 de Dezembro, Caixa Económica Operária, Lisboa
 

Recebido por email:


A Comissão tem o prazer de apresentar, pela primeira vez em Portugal, The Underground Youth!

De Manchester, Craig Dyer fundou este projecto em 2009 e desde então apresenta-se como um dos mais profícuos dos últimos tempos, sem prejuízo algum à qualidade, editaram entre 2009 e 2011 cinco álbuns: “Morally Barren”, “Voltage”, “Mademoiselle”, “Sadoya” e “Delirium”, a que se seguiram dois EPs: “Low Slow Needle” e “An Introduction”. Desde o início deste ano que, unidos à Flower Power Records editora independente inglesa, a banda vê finalmente os seus trabalhos serem editados em formato físico. Podemos situar estes ingleses entre o psicadelismo e o garage rock e apesar de serem perceptíveis algumas influências de bandas como The Velvet Underground ou The Jesus and Mary Chain, as suas melodias amadureceram e criaram um espaço único no panorama musical actual. A imagética usada pela banda parte de filmes de culto incontornáveis na história do cinema, desde Bergman a Jarmusch, criando uma deliciosa promiscuidade entre som e a imagem.

Os The Underground Youth terão outro concerto em terras lusas no dia 30 Nov pelas 22h, na Sociedade Harmonia Eborense (SHE) em Évora, e dia 02 de Dezembro, nos Maus Hábitos, Porto.

A abertura de palco estará a cargo do projecto português recém-formado Blaze & The Stars, que irá nesta noite apresentar ao vivo o primeiro álbum, de título homónimo, já disponível em formato digital. Segundo os mesmos a sua música assenta numa “…base electrónica, a sonoridade assenta em loops de bateria e linhas de baixo minimais, preenchidos por uma textura noise de riffs de guitarra, procurando aliar a velha tradição dos blues e do rock a um imaginário pós‐industrial, caótico e imprevisível.”

O fim da noite estará recheado de bons sons lançados para a sala pelo Mr. Cookie, dj residente no Bar Incógnito.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Agenda [actualizado]

EVENTOS

Metropolis Free Party
Sexta 23 de Novembro, Metropolis, Lisboa


Synergy 10 Anos
Convidados especiais Alan Wilder e Adolfo Luxúria Canibal
Sexta 23 de Novembro,Centro de Artes e Espectáculos, Guimarães



Depeche Mode Party
Sábado 24 de Novembro, Metropolis, Lisboa


These Charming Men DJ Set
Sábado 24 de Novembro, Club Noir, Lisboa

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Espelho Mau
Sexta 16 de Novembro, In Live Caffé, Moita



EVENTOS

Metropolis Free Party
Sexta 16 de Novembro, Metropolis, Lisboa



Alternative 80 's Party 
Sexta 16 de Novembro, Club Noir, Lisboa



Juke Box: One Night Return
Sábado, 17 de Novembro, Nova Tertúlia Bar (R. Diário de Noticias, 60), Lisboa

O tão anunciado tributo ao espaço mítico da "Juke Box" e às pessoas que ajudaram a moldar a noite alternativa lisboeta.

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INFORMAÇÕES ÚTEIS
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LOCAL:
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Nova Tertúlia Bar
Rua Diário de Notícias, 60 - LISBOA


ENTRADA:
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Gratuita e sem consumo obrigatório! Quem é amigo????


MATINÉ - horário
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Das 18:00 às 20:30


PAUSA PARA JANTAR - horário
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Das 20:30 às 22:00


NOITE - horário
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Das 22:00 até às 03:00



domingo, 11 de novembro de 2012

Rosa Crux ao vivo na Caixa Económica Operária 3.11.2012 [actualizado: foto]

[Foto de Nuno Consciência, gentilmente cedida via Abismo Humano.]


Estive quase para não ir ver. Muitos factores. Cansaço sobretudo. Antes de anunciado o concerto o nome da banda era-me apenas familiar. Não conhecia a música. Nisto entram ainda mais factores que não vou enumerar, mas saliento acima de tudo a falta de tempo para procurar música nova que me interesse (era diferente nos anos da adolescência, e este tema dava pano para mangas, mas não me vou alongar).
Os concertos têm tido, pelo menos para mim, o efeito de motivar a pesquisa. Foi o que fiz e descobri os Rosa Crux. Quanto mais os ouvia e via (existem online suficientes vídeos de performance ao vivo) mais me convencia de que devia ir.
Que o devia a mim própria.
Que o devia aos Rosa Crux.
Que uma banda como os Rosa Crux merece um obrigado presencial. E o apoio necessário para continuar.
Foi tudo cinco estrelas. Só faltou o público. Várias razões podem explicar que a Caixa Económica Operária estivesse a um terço da sua capacidade. Festas de Halloween, primeiro concerto de Dead Can Dance em Portugal a 24 de Outubro na Casa da Música, fim-de-semana propício a ponte que pode ter levado muitos (dos que têm possibilidade de ir) para fora de Lisboa, e, last but not least, a fatídica falta de dinheiro (dos que não têm possibilidade, ponto final).
Os Rosa Crux não se incomodaram com a escassez de público. Um público, porém, talvez demasiado tímido, o que motivou a que o vocalista pedisse às pessoas para se aproximarem do palco. As pessoas aproximaram-se. Timidez talvez de parte a parte uma vez que exceptuando o "bon soir", o pedido que não se fumasse para não prejudicar a voz, e o anúncio da música final, a que se seguiu o encore com mais dois ou três temas instrumentais, Olivier Tarabo sorriu muitas vezes mas não falou. Se problemas havia, com a voz, esta foi bem poupada porque não se notou qualquer falha.
Não tenho uma lista de temas (aliás, temeria errar se me aventurasse por aí) mas ouviram-se certamente os mais conhecidos, e até os outros, de tão bons, não pareciam desconhecidos. Não faltou a performance "La danse de la terre". Melhor do que descrever o que existe amplamente em imagens na internet, convido os leitores que não conhecem e/ou nunca viram ao vivo a ver por si próprios. Ao vivo não faz a poeirada que parece. Diria mesmo mais, eu que não sou nada adepta de performances teatrais deste género, logo completamente insuspeita de favorecimento, achei que a performance se passou com uma naturalidade que não colocou pessoas menos "teatralmente interactivas" (como eu) pouco à vontade. Confesso que tinha receio que acontecesse qualquer cena propícia a fobia social como o público ser convidado a participar. [Alguns artistas não compreendem que algum público não quer participar. Felizmente, não foi o caso.]
O facto de existirem na internet tantos exemplos do que a audiência pode actualmente esperar dos Rosa Crux (inclusive da participação no Entremuralhas 2011) suscita-me a inutilidade de entrar em mais pormenores. Tudo o que virem em vídeo é melhor ao vivo. Está tudo dito. Foi um bom concerto. Um grande concerto. Um dos melhores que já vi. Faltou o público. A banda não se importou. Merecia mais.

Rock gótico
Muitas vezes me perguntam o que é o gótico. Não vou responder a isso agora.
Muitas vezes me perguntam o que é a música gótica. A resposta é tão complexa que costumo responder que a música gótica é a música que os góticos ouvem. Tecnicamente não é bem assim, mas serve. Hoje, ao falar dos Rosa Crux, posso afirmar: isto é música gótica. Mais especificamente, rock gótico. Guitarra, contrabaixo, piano, sinos, coros, temas épicos, ritualísticos, melancólicos, sempre cobertos de obscuridade (no caso dos Rosa Crux tamanha obscuridade que as próprias letras são em latim), e acompanhamento electrónico suficiente. Pode não parecer importante, para ouvidos mais jovens, mas o rock gótico dos anos 80 (isto é, quando o rock gótico hoje chamado "clássico" foi inventado) era descrito como "voz grave, guitarra, baixo, caixa de ritmos". Na altura, o uso da caixa de ritmos a substituir a bateria era algo de inovador e ousado! Lembro-me de uma discussão sobre se os Cult eram ou não góticos porque usavam bateria em vez de caixa de ritmos. Os Fields of the Nephilim idem. É difícil explicar isto a ouvintes mais recentes mas nos anos 80 os géneros musicais também eram catalogados consoante os instrumentos que usavam. Era tudo muito compartimentado. As bandas de rock não usavam sintetizadores, as bandas de rap não usavam riffs de heavy metal, as bandas de heavy metal não usavam vocalizações pop. Era a Lei. Tudo o que saía destas "caixas" era um bicho de sete cabeças. Eram tempos simples, em que os Depeche Mode faziam música electrónica, ponto final, Madonna fazia música pop, ponto final, os U2 faziam rock, ponto final. Imaginem a nossa surpresa quando aparecem, nos anos 90, umas bandas esquisitas como os Rammstein, a usar sintetizadores e guitarras! Seria electrónico, seria rock, seria industrial?
Tudo isto para explicar porque digo que os Rosa Crux, embora o primeiro álbum date de 1995, seguem a base clássica "voz grave, guitarra, baixo, bateria e/ou electrónico", logo, o rock gótico como o conhecíamos. Sem preconceitos ou receios. É curioso notar que os Rosa Crux existem desde 1984, mas talvez o público não estivesse pronto para os Rosa Crux. [Outras bandas, como os Alien Sex Fiend, sofreram devido ao mesmo génio.] Eu própria me imaginaria, na altura, a torcer o nariz a toda a imagética de sinos, velas, caveiras, rituais, e a remetê-los para a secção "demasiado religioso para o meu gosto".
Os gostos, na altura, e maioritariamente, eram outros, não preciso de os enumerar agora, mas talvez seja mais do que tempo de reconhecer aos Rosa Crux o estatuto que merecem.
Se me pedissem um exemplo de rock gótico, presente, alive and kicking, dificilmente encontraria melhor.

Espelho Mau apresentam "Fado Menor"


Os Espelho Mau apresentam o seu primeiro álbum, "Fado Menor", ao vivo no In Live Cafeé, Moita, esta sexta 16 de Novembro.

Recebido por email:

Espelho Mau é uma ideia saída da mente distorcida de Paulo Moreira (Gondolin, Disclosure) e cimentada com os delírios melómanos de Nuno Soares (A Kausa, Vodka Pedra, Phantom Vision) e Alex Hellraiser (Bloodquest, Noctívagus). Mais do que uma banda, é uma experiência em que se cruzam diferentes universos, da electrónica ao rock, do fado ao gótico, da música de câmara a canções de embalar. Espelho Mau é uma viagem por vivências diversas, um revelar de emoções, uma travessia de espaços de relação aos mais diferentes níveis, agora enriquecida com o cinismo cintilante de Pedro Vieira (Noyhagem, Structura, Noctívagus, Eletrólise), derramado em golfadas para as teclas e programações.
Espelho Mau é uma banda de Almada que realizou umas boas dezenas de actuações desde 31 de Outubro de 2007, incluindo espectáculos com Sins of the Flesh (UK/Jap.), Manuskript (UK) e Pretentious, Moi? (UK). Depois do split CD "Gay Music For Straight People… e Outras Estórias" (com La Chanson Noire) e do EP "Obscura Evidência", o Espelho inicia já no dia 10 de Novembro a promoção do seu primeiro álbum, "Fado Menor".
E prepara-se para "abrir" para Diary of Dreams, na República da Música, no dia 24 de Novembro.

Banda:
http://www.facebook.com/pages/Espelho-Mau/447523585444

Espaço:
http://www.facebook.com/inlivecaffemoseu?ref=ts&fref=ts

sábado, 10 de novembro de 2012

Suicide Echoes "Suicide On The Dancefloor"



"Suicide On The Dancefloor" é o mais recente álbum de Suicide Echoes, disponível para audição e download AQUI. Segundo mentor do projecto, Sid, “este é um álbum diferente, com músicas que podem ser consideráveis dançáveis.”

Citando o press release:

Suicide Echoes é um projecto musical nascido em Coimbra (2007), composto por um único membro (Sid - Sidnay Aeternus). Após alguns anos de busca por outros elementos para a criação de uma banda, e depois de esta se revelar infrutífera, Sid decide então desenvolver o seu trabalho sozinho, e dar-lhe um nome e uma face, que viria a ser Suicide Echoes. Depois de várias divagações, misturando várias influências (desde o Deathrock, ao Darkwave... Do Gothic Rock ao Neofolk), o som do projecto viria a tomar um sentido, aquando da mudança para a bela cidade das Luzes. Em Paris Gravou o primeiro e.p. "Requiem for a Suicide". Um cd conceptual, cuja temática gira à volta da morte e mais directamente do suicídio. Foi convidado para participar em duas compilações (2009 - Lunar Sea (Shinto Records), 2009- The Funeral Vol.4). Em 2010, e de regresso a Portugal (desta vez na cidade de Lisboa), grava aquele que viria a ser a continuação de uma pensada triologia (ainda não terminada), com "From Ashes... To Hell". Em 2011, nova viagem, desta vez para Londres, onde fez algumas gravações, que estarão presentes no proximo album, "The Light", um album conceptual em torno da Iluminação pessoal.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Peter Hook & The Light "Unknown Pleasures"
Quinta 8 de Novembro, Centro Cultural de Belém, Lisboa


EVENTOS 

Synth.Etics
Sexta 9 de Novembro, Metropolis, Lisboa


The Kat's Choice
Sexta 9 de Novembro, Club Noir, Lisboa 


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Agenda

CONCERTOS

David J.  
(ex-Bauhaus/Love&Rockets)
Segunda 29 de Outubro, Ritz Club, Lisboa
Terça 30 de Outubro, States, Coimbra
Quarta 31 de Outubro, Hard Club, Porto



Rosa Crux
Sábado 3 de Novembro, Caixa Económica Operária, Lisboa



EVENTOS

Halloween
Convidado especial Ronny Moorings (Clan of Xymox)
Quarta 31 de Outubro, Metropolis, Lisboa



The Creepy Halloween Party
Quarta 31 de Outubro, Club Noir, Lisboa


sábado, 27 de outubro de 2012

Adent Mechanism "Shadows of Nothing"


"Shadows of Nothing" é o primeiro álbum de Advent Mechanism, projecto que se assume na área do industrial. Citando o press release recebido, "Shadows of Nothing" é "uma viagem psicologicamente revoltante e desconfortável que dará carne ao macabro mundo de Advent Mechanism".
Cinco temas do álbum podem ser ouvidos AQUI. O download inclui uma bónus track.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Agenda

CONCERTOS

Dead Can Dance
Quarta 24 de Outubro, Casa da Música, Porto



David J.  
(ex-Bauhaus/Love&Rockets)
Segunda 29 de Outubro, Ritz Club, Lisboa
Terça 30 de Outubro, States, Coimbra
Quarta 31 de Outubro, Hard Club, Porto



EVENTOS

Metropolis Free Party
Sexta 26 de Outubro, Metropolis, Lisboa


O Turno da Noite + Eyes Wide Shut 
Sexta 26 de Outubro, Club Noir, Lisboa 




Indie Sessions
Sábado 27 de Outubro, Metropolis, Lisboa 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Agenda

CONCERTOS

Dead Can Dance
Quarta 24 de Outubro, Casa da Música, Porto



EVENTOS

Metropolis Free Party
Sexta 19 de Outubro, Metropolis, Lisboa


Graveyard X-Press
Sábado 20 de Outubro, Club Noir, Lisboa




sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Pineal Vertigo "Musique pour un étrange voyage au centre de la peur"


"Musique pour un étrange voyage au centre de la peur" é o novo lançamento de Pineal Vertigo. Projecto criado por Emanuel R. Marques, Pineal Vertigo movimenta-se, nas palavras do próprio, entre o experimental, o ambiente, o industrial e a banda sonora. "Musique pour un étrange voyage au centre de la peur" é constituído apenas por uma música, de 14 minutos, e "paira por várias ambiências, uma espécie de varinha mágica a moer o cérebro".
O Pórtico entrevistou o mentor do projecto:

"Musique pour un étrange voyage au centre de la peur", em nome e estilo, assemelha-se a uma banda sonora. Queres fazer-nos uma sinopse do filme que a acompanha?
Tal como as anteriores experiências musicais sob o nome de Pineal Vertigo, também esta, "Musique pour un étrange voyage au centre de la peur", pretende influenciar labirínticas viagens pelas sensações humanas e suas ramificações existenciais. Neste álbum, o tema a explorar é o Medo, as intensidades deste comportamento e as várias reacções contíguas. Se nos álbuns anteriores o propósito era servir de banda sonora a pequenos filmes, em  "Musique pour un étrange voyage au centre de la peur", a intenção é o acompanhamento sonoro do Medo. Os ouvintes mais atentos poderão encontrar referências a filmes de terror no decorrer do álbum.
Através de recursos electrónicos, captação analógica (guitarra) e a complementação com alguns samplers vocais, este álbum, no frenesim ininterrupto de uma música, paira por ambiências como o experimental, o dark wave, o clássico, etc, numa estranha mescla oscilante.
Um complexo puzzle que, por certo, guiará quem escutar esta pequena experiência musical a uma linha condutora que desaguará na perplexidade, estranheza, repulsa ou afinidade para com esta experiência “Pineal Vertigo”.
Obrigado pelo apoio.


O Pórtico retribui o agradecimento.

O download de "Musique pour un étrange voyage au centre de la peur" pode ser feito AQUI.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Entrevista a Babalith: Novo álbum "Under Cover"


Nem um mês passado desde o lançamento do último trabalho de Babalith, "Xibalba Mannequins", o projecto apresenta agora o álbum "Under Cover". Como o nome indica, e não engana, trata-se de uma colecção de versões de temas tão díspares como "Stand By Me" (Ben E. King) ou "Preacher Man" (Fields of The Nephilim).
O Pórtico quis saber mais sobre o projecto e entrevistou Babalith.

Babalith acaba de lançar um álbum de dark ambient, "Xibalba Mannequins". Tendo em conta o curto espaço de tempo entre lançamentos, este álbum de covers era um projecto paralelo, ou anterior, algo que já estava a ser pensado há muito tempo?
O "Xibalba Mannequins" foi composto com uma concentração férrea, durante esse tempo não compus mais nada. O álbum chegou com a febre, numa altura em que estive doente, e após um mês em debilidade, terminei o álbum e terminou a febre.  Eu queria algo bastante pesado, mas ainda assim melódico. Para a Sombre Soniks não quis ser demasiado inventivo, no que respeita o experimentalismo, mas, uma vez que é a minha editora de Dark Ambient favorita, oferecer-lhes algo que os honrasse no seu próprio estilo - que obviamente não foge ao meu.
Já o "Under Cover" nasce de um espírito muito mais brincalhão. Ainda que possas estranhar, não era um projecto paralelo nem anterior. O "Xibalba Mannequins" estava terminado há algum tempo, durante esse tempo fiquei à espera do lançamento, agendado pela Sombre Soniks para Setembro. Durante esse período não compus, pois sei que se o fizesse ia querer mostrar os temas e isso ia desviar a atenção ao público do lançamento futuro. Todos os temas do "Under Cover" são uma libertação desse tempo de espera e da seriedade que sinto dever à Sombre Soniks; foram, assim, compostos de dia 13 de Setembro até à data improvisada do seu lançamento. O meu objectivo inicial, um pouco insano, era conseguir terminar uma cover por dia, não o tendo cumprido.
Se já o pensava há muito tempo? Não. Nunca me tinha imaginado a fazer covers, no próprio dia em que o imaginei foi quando comecei o "Under Cover". Surgiu em conversa com Aeternum X, de Alma Púrpura e meu colega no projecto Monte 6, em que este falava num plano seu de fazer um álbum de covers de Black Sabbath. Nessa noite decidi compor a "Stand By Me" como brincadeira para uma amiga. A seguir, procurei cantar por cima, mas estragava toda a música, pelo que lhe juntei coros. Como não fiquei satisfeito, decidi fazer outra cover, a partir daí percebi o conceito: um álbum recheado de covers para mostrar ao mundo como a Babalith vê os temas que ouvem todos os dias.


Aqui, mergulhas num ambiente muito diferente do habitual. Muitos temas foram e ainda são autênticos hits pop, rock, alternativo... Quais foram os maiores desafios e/ou prazeres ao fazer estas versões?
Vou-te confessar que um dos prazeres foi atacar os músicos, praticamente todos os temas são sucessos garantidos e eu quis mostrar que a música considerada boa não é assim tão especial e difícil de reproduzir sobre as mais diversas perspectivas. Estas músicas, muitas, são blocos em massa de realidade fixas às pessoas no meio alternativo, e o meu objectivo enquanto Babalith, daí o meu estilo muitas vezes psicadélico, sempre foi atacar a realidade: se há algo por detrás da realidade, esta não era a realidade. Por outro lado, exceptuando o tema dos Beatles, e para me manter também fiel ao conceito que acabei de mencionar, só escolhi temas, ou pelo menos bandas, que me foram bastante importantes em diferentes fases da vida. 


Podes explicar-nos, uma a uma, porque escolheste estas canções, tão diferentes entre si como "Stand By Me" e "A Perfect Drug", e o que elas significam para Babalith?

Stand By Me
Conheci a "Stand By Me" primeiro pelo filme, quando ele saiu. Eu era ainda criança, apesar da Babalith viver 300 anos de idade do futuro para cá! Estava com os meus pais e os meus irmãos, o filme era alugado. Eu não percebi nada do filme, provavelmente não tinha muita paciência para as legendas, mas percebi também tudo. Sei cada sensação nele, o Sol na pele, os cheiros. A "Stand By Me" imprimiu-me pois uma ideia de conforto e paraíso que me seguiu para o resto da vida, depois, a temática da letra foi sempre tudo aquilo que procurei nos meus relacionamentos mais intensos, e que nunca encontrei - penso que já ninguém se faz a essa medida, mas pode-se ainda cantar.

Wicked Game
O "Wicked Game" era um daqueles temas que eu ouvia na rádio, enquanto pré-adolescente, com os fones na cama e as luzes apagadas. Na altura nem sabia quem era o autor e não me interessava muito por isso. Mais tarde conheci a versão dos HIM, na altura da minha primeira paixão mais séria, da minha primeira obsessão. Não, não gosto mais da versão dos HIM nem nunca gostei, nunca ninguém poderá bater a versão do Chris Isaak, que é um músico que hoje em dia respeito imenso no geral e em quase todos os temas. Lembro-me depois, de estar num cybercafé no Porto a beber um Martini enquanto esperava pela, na altura, minha noiva, depois de um longo tempo sem a ver, e do videoclip começar a passar no projector - acompanhado, é claro, pela música. Se a primeira seria o meu paraíso na amizade, a segunda sê-lo-ia no campo da sensualidade.

#1 Crush
Este tema dos Garbage é, ainda que inesperadamente para o meu público, o tema de uma banda que não poderia mesmo faltar. Os Garbage marcaram o meu crescimento enquanto indivíduo com mais força que qualquer outra banda e também foram eles a mostrar-me os primeiros arranjos experimentalistas na música electrónica. A "#1 Crush" em específico poderá até dizer-se que era o que eu sentia directamente pela Shirley Manson. Sabes aquelas idealizações românticas que se têm quando és muito nova? Desenhas todo um mundo à volta disso, e há mais poder e auto-conhecimento nessas primeiras construções do que se tende a reconhecer.

A Perfect Drug
Sem os NIN não existiria Babalith enquanto projecto musical. Se a Babalith tivesse um mestre, esse seria o Trent Reznor. O que escapa a muitas pessoas de ouvido menos apurado, é que por detrás de quase todos os temas de Nine Inch Nails encontra-se das duas uma, ou um tema de Dark Ambient, ou um tema de psicadélico-experimental, encoberto pelo rock industrial. É nesse lado secreto de NIN que Babalith se vai construir enquanto música. O tema "A Perfect Drug" foi escolhido essencialmente porque temia estar a fugir demasiado à minha linha, e o original já era experimental o bastante para eliminar esse medo.

Passive
A "Passive" exprime aquilo que eu sinto por todas as pessoas. Que vivo num mundo que dorme e faz tudo por não acordar. Todas as manifestações de plenitude e de consciência presente que possam vir de alguém não passam de um sonho passageiro, uma débil convulsão durante o sono. Vejo-me como uma alma, e que não existem almas à minha volta, ou melhor, as que existem não habitam as pessoas que lhes dão forma.

Burn
Este é o tema do meu despertar. O filme "O Corvo" foi o meu único ouvinte, um pouco como o Corvo de Poe. A minha primeira paixão quiseram as estrelas que fosse por uma pessoa que a fatalidade levou. Era uma paixão e uma relação secreta por isso eu mantive também a sua morte secreta, até porque ainda não tinha aprendido as palavras certas para fingir que a digo convincentemente. Este tema surge no filme quando o personagem transforma todo o desgosto em fúria e afazer.

More
Este tema dos Sisters of Mercy relaciona-se com a parte mais emocional da quase ideologia que construo em volta da "Passive". Muito raramente, se me perguntarem se estou bem, se estou feliz com a vida, e satisfeito, eu direi que sim - e isso faz parte da minha felicidade. Porque gosto muito de tudo o que posso saborear quero sempre mais, e se não for a fome a ser força numa pessoa, então cautela, porque será fraqueza.

Martha My Dear
"Martha My Dear" foi um pedido de uma fã de Beatles e que é também a minha Irmã Lua. Fiz o tema com todo o gosto para ela. Quanto aos Beatles, são uma banda progressiva e experimental, pioneira, mesmo que eu não goste particularmente de os ouvir.

Parisienne Moonlight
Este é um tema que define também quase toda a forma de me relacionar emocionalmente com o mundo. Há duas formas de eu estar socialmente, uma, e que é aquela maioritária em mim, é a que vê as pessoas quase como material de trabalho. Imagina que sou um agricultor e a minha plantação é o fogo, nas pessoas vejo fogo para trabalhar. Porém, de vez em quando passo por alguém que invoca em mim algo de muito antigo, só me dou com pessoas com que sinto que me dei algures na eternidade. É claro que é muito raro alguém ter a mesma percepção que eu, e acho que o tema aborda esse assunto.

Ice Dance
Bem, a pores-me a responder uma por uma percebo que este álbum é uma descarga emotiva, e eu que gosto de ser filosófica e activista estou a ser desconstruída por ti. O que importa? A "Ice Dance" é para outro dos meus filmes de culto, "Eduardo Mãos de Tesoura" do Tim Burton. Acho o momento do filme que ela descreve um dos momentos mais belos do cinema. O personagem foi feito à minha imagem, sinto ter um dos corações mais puros que conheço e ao mesmo tempo uma das consciências mais aguçadas no que respeita o conhecimento de que todas as mãos são lâminas, e as minhas são-no tanto. De boas intenções está o inferno cheio? Este é para mim um paradoxo teológico, uma maldição do divisor mas, e como o divisor se divide contra si próprio, contra o divisor. Além disso, o Danny Elfman é um génio, suponho que seja mesmo um duende principesco. Este foi o tema mais difícil de reproduzir, e para soar como soa, tem muito mais camadas do que se imagina. Também sinto que é, de todos os temas presentes em "Under Cover", o mais importante para mim, embora não o que tenha saído melhor.

Preacher Man
Vou ser sincero, primeiro tentei a "There Will Your Heart Be Also", depois a "Moonchild", mas como Fields of The Nephilim é a minha banda favorita não consegui, tudo me soava a profanação. Então pensei, Babalith tem um lado de cowboy louca, e que melhor tema para uma cowboy do futuro do que a "Preacher Man" com arranjos de música electrónica? Depois, é uma faixa que, como todas as outras de Fields of The Nephilim, eu gosto muito, mas é mesmo assim das que menos procuro no dia a dia. Por isso, no que toca a Fields of The Nephilim fui cobarde, tenho ainda a desconstruir. Por outro lado fui corajosa, queria um registo mais rockeiro, porque se afasta do que faço no geral, e era um dos propósitos de toda esta experiência aprender um método mais pop/rock.

So Alive
Para mim Love & Rockets, banda com que, por influência do meu tio, cresci desde o berço, - aliás como Sisters of Mercy e Fields of The Nephilim também aqui presentes - significa um só estado de espírito: "So Alive". Era por isso, e porque queria que as pessoas se sentissem bem num bar em que estive na fundação, um dos temas que mais lá passava. A "So Alive" faz-me lembrar diversas coisas, ou a fase em que estava responsável pelo bar, que era o meu próprio espaço, a minha esfera de existência onde os outros entravam para a experimentar, tanto como a alguns momentos inocente e deliciosamente eróticos, como simples viagens de carro a ver a paisagem. Queria que o álbum acabasse com um espírito positivo. Depois há outra coisa, já tinha feito demasiadas covers e não havia espaço para a "This Must Be The Place" dos Talking Heads, assim fiz uma "So Alive" que me lembrasse o mais possível esse tema dos Talking Heads. Os Talking Heads, um pouco como os Love & Rockets, fazem-me lembrar uma facção do movimento a que hoje chamam gótico que se afastou da sombra e conseguiram com uma força espantosa irradiar um Sol ingénuo e delicioso que tudo cura ao bater nos mares da nossa alma. Gosto deste lado, há que se ser anjo em todas as direcções.

Cantara
A "Cantara", que é a música bónus, é a música evocativa de Dead Can Dance, e está aqui para fazer lembrar o lado ritual da Babalith. Também, Dead Can Dance é um projecto que praticamente não usa midis, e eu quis ir contra este elogio que lhe fazem, compondo tudo electronicamente. A electricidade estava cá muito antes dos tambores, é ela que canta as coisas.

"Under Cover" encontra-se disponível para audição e para download mediante a funcionalidade "name your price", incluindo neste caso a bonus track "Cantara" (Dead Can Dance), aqui:


O Pórtico agradece a disponibilidade com que a Babalith se deixou "desconstruir" nesta entrevista.

Animula Vagula, performance poética e mais



Animula Vagula
Sexta 12 de Outubro, Castelo de Asgard, Sintra

Chegado por email:
A NOITE EM QUE A ALMA DO VERBO VAGA

André Consciência, autor português de "À Beira-Lua" e "Espinhos Sem Morte" interpreta teatralmente poemas exclusivos com ilustração sonora da sua própria autoria sob o nome de Babalith.

"As asas feriam-me o corpo, não paravam de crescer
Em tantos lugares, as asas, arrastavam-me pelo chão,
Nos lugares do vento, contra mulheres despidas e homens
Desarmados."

Andréia Carvalho, poetisa brasileira, autora dos livros "A Cortesã do Infinito Transparente" e "Camafeu Escarlate" encarnará os seus feéricos poemas fazendo-se acompanhar da sua contagiante videoarte.

"quando soror noite apócrifa, inúteis o credo e o terço.
em coma ilusória,
quiróptera, lua de hóstia:
nigroresplandeço"


Entrada:
5 Euros

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Entrevista com Black Dianthus

Na sequência do lançamento de "Bright Side of a Black Hole", pelo projecto Black Dianthus, o Pórtico colocou algumas perguntas ao seu mentor. Descobrimos que o homem por trás do projecto não gostaria de divulgar demasiado, prefere que seja a música a "falar por si", mas aceitou responder a uma curta entrevista.


Quem é (ou quem são) o projecto Black Dianthus? Como nasceu o projecto? Há quanto tempo existe, como Black Dianthus ou as suas origens?
Black Dianthus foi criado em 2006, originalmente com o nome "Verlort", não passando de um desabafo sonoro, e de uma exploração da expressão no meio. O nome Black Dianthus foi adaptado em 2009 inspirado na Flor "Dianthus", mistura das palavras Gregas "Dios" (Deus) e "Anthos" (Flor), escolhendo então entre as suas 300 diferentes espécies, a Preta (Black Dianthus), pois a sua cor me suscitou curiosidade e na altura representou aquilo que queria atribuir ao meu projecto: o equilíbrio entre o branco e o preto da flor, representava para mim o equilíbrio entre o bem e o mal, o caos e a paz, que são elementos presentes nas minhas criações.


Como é feita a música de Black Dianthus? É tudo por sintetizador ou há mesmo instrumentos?
A música de Black Dianthus foi sempre criada a partir de sintetizadores, ou neste caso Teclado Midi controlando orquestras virtuais e variados tipos de Vsts.


Quais são as influências de Black Dianthus ou, se preferires, a música que gostas e que te inspira? Nota-se uma grande influência de metal (doom metal, se não estou em erro, porque não sou perita no estilo), concordas? Por outro lado nota-se muito trabalho nos arranjos. O que te levou a optar por esses arranjos em cada um dos temas?
A influência para as minhas criações são variadas, mas gosto de ter em conta sempre não apenas as influências de outros projectos mas também as influências que tive ao longo da minha existência, como sentimentos, vivências e situações pelo qual fui passando.
Os projectos que mais me inspiraram foram: em primeiro lugar e talvez os mais influentes terão sido os Franceses Elend, mas muitos outros projectos me influenciaram, como Mortiis Era 1, Cintecele Diavolui, Fata Morgana, Sopor Aeternus and the Ensemble of Shadows, Vond, Apoptose, Wardruna, Qntal, Arcana, Estampie, Autumn Tears, Karjalan Sissit, Desiderii Marginis, Uaral, Lifelover, entre muitas outras.
Quanto aos arranjos escolhidos, penso que seja mesmo a solução encontrada por mim para expressar o que pretendia, foram estes como poderiam ser outros, creio que a "escolha" aqui não será bem uma escolha, e como um puzzle terminado quando concluo cada faixa.


O projecto Black Dianthus pode ser, ou vai ser, tocado ao vivo? Quais são as ambições para o projecto? Há mais álbuns no horizonte? Neste estilo, noutros?...
O projecto Black Dianthus nunca será tocado ao vivo. Em termos de ambições apenas poderei dizer que já me encontro a trabalhar noutro álbum, experiências e novas sonoridades um pouco diferentes do que foi ouvido em "Bright side of a black hole" vão estar presentes. Contudo o género será o que me cativou para iniciar este projecto e o que me fará continuar a trabalhar nele

O Pórtico agradece a disponibilidade.




O álbum pode ser ouvido na íntegra e permite download gratuito aqui:

http://abismohumano.bandcamp.com/album/bright-side-of-a-black-hole



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Agenda [actualizado]

CONCERTOS

Paradise Lost
Quarta 3 de Outubro, Paradise Garage, Lisboa
Quinta 4 de Outubro, Hard Club, Porto
  

EVENTOS

Lisbon's Burning 18
Quinta 4 de Outubro, Club Noir, Lisboa



Metropolis Free Party
Sexta 5 de Outubro, Metropolis, Lisboa 



Back to the 80's
Sábado 6 de Outubro, Metropolis, Lisboa


domingo, 30 de setembro de 2012

Black Dianthus "Bright Side of a Black Hole"


"Bright Side of a Black Hole", pelo projecto Black Dianthus, é um álbum lançado numa parceria Abismo Humano e Korvustronik. O texto promocional que nos chegou por email, por parciais que sempre tendam a ser os textos promocionais, descreve muito adequadamente o que se pode ouvir neste primeiro álbum de Black Dianthus:

Um trabalho muito consistente que percorre vários estilos, desde o Neoclássico que está bem patente nas orquestrações, passando por momentos que nos fazem lembrar algo entre a música electrónica de Kraftwerk, mas criando também uma ponte para a Darkwave.O álbum inclui arranjos notáveis entre o medieval e o Martial Industrial com vocalizações grotescas que tornam este projecto único e exclusivo, mas sem deixar de dar a mão a um ambiente negro ao estilo de uns Nox Arcana. Talvez um dos melhores, senão o único projecto português que aborda todos estes estilos numa só aventura que vai para além das fronteiras do que estamos habituados a ouvir, mas que certamente nos transporta para outro mundo, um mundo real onde reina o espírito experimentalista do avant-garde ou mesmo do progressivo.

O álbum pode ser ouvido na íntegra e permite download gratuito aqui:

http://abismohumano.bandcamp.com/album/bright-side-of-a-black-hole


Opinião
Foi uma surpresa para mim conhecer um trabalho a este nível de qualidade e inovação no panorama musical alternativo português. As duas primeiras faixas do álbum, devido aos arranjos com vozes guturais (e o próprio lettering do logotipo da banda), podem fazer com que muitas pessoas que não apreciam especialmente o metal se sintam desencorajadas e abandonem a audição. A estas eu incentivo a não desistir perante os dois primeiros temas, "Elysium" e "Over", mas antes a deixar-se deslumbrar pelo épico "Battlefield" (para ouvir alto e forte!) e a de seguida se permitirem arrebatar pelo assombroso e igualmente épico "Strange Flowers". Só para começar. Depois há mais, e mais subtil.
Também eu preferiria uma ainda maior descolagem de um certo "teor metálico" e a passagem completa cá para o meu lado (oh my Goth!) mas este é daqueles casos em que se prova que beber em várias fontes de inspiração dá sempre os melhores resultados.
Aconselho vivamente.

Revista Abismo Humano nº 11 já online


Open publication - Free publishing - More abismo humano

Encontra-se online a 11ª edição da webzine Abismo Humano, desta vez com maior destaque para a prosa poética e as artes visuais.

Citando email da associação Abismo Humano:

"Quando começámos, pensávamos que Portugal era um deserto no que concerne a arte verdadeiramente alternativa, hoje percebemos que é no deserto que cresce a pureza, só os oásis estão limpos, e sentimos-nos maravilhados com a miríade de talentos que nos banha a percepção, aproveitados ou não pelas massas, com ou sem ganha-pão."

A revista Abismo Humano nº11 já se encontra gratuitamente online e pronta para encomenda. Poderão também ver futuramente exemplares nas bancas que serão montadas nos eventos da associação de artes Abismo Humano e nas lojas agregadas à mesma.
A revista pode ser lida online aqui: http://issuu.com/abismo_humano/docs/ah_11_af



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Babalith "Xibalba Mannequins"


"Xibalba Mannequins" é o mais recente lançamento de Babalith, projecto português nascido na margem sul em 2008 que aborda sonoridades entre o dark ambient, o experimental, o noise e o psicadélico
Citando email recebido, este:
é um trabalho sobretudo mais virado para o Dark Ambient, um álbum bastante intenso, que nos traz algum suspense e uma sonoridade diferente do habitual. Saiu pelas mãos da editora Sombre Soniks e está disponível para download por uma quantia simbólica no seguinte link:

http://sombresoniks.bandcamp.com/album/xibalba-mannequins
O álbum está também disponível para audição no link acima.
Babalith, isto é, o seu alter ego, teve bondade de partilhar connosco o videoclip (como se dizia nos tempos desta vossa redactora) do tema "House of Darkeness".





 Boas audições!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Agenda [actualizado]


CONCERTOS  


Rainy Days Factory + Alma Fábrica + Uni-Form
Sábado 29 de Setembro, Caixa Económica Operária, Lisboa




Paradise Lost
Quarta 3 de Outubro, Paradise Garage, Lisboa
Quinta 4 de Outubro, Hard Club, Porto


 EVENTOS  

Metropolis Free Party
Sexta 28 de Setembro, Metropolis, Lisboa  

Indie Sessions
Sexta 28 de Setembro, Club Noir, Lisboa



The Creepy Boys DJ Set - Vinyl Audio Narcotis
Sábado 29 de Setembro, Club Noir, Lisboa